Feijão faz balanço do Aberto de SP e vê como positivo chegar na semifinal
Tenista mogiano subiu 12 posições no rancking e é o 132 do mundo. Próximos torneios são no Chile e na Colômbia, além do Brasil Open.
O tenista mogiano, João Olavo Souza, o Feijão, chegou na semifinal do II Ega Cup - Aberto de São Paulo, quando perdeu para Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, no último sábado, em partida emocionante, que durou três horas.
- Foi o primeiro torneio do ano. Eu fiz quatro jogos. Até a semifinal eu tinha feito três grandes jogos, não tinha perdido nenhum set. E na semifinal eu joguei com o Rogerinho, que é um grande amigo meu – comenta Feijão.
O tenista, que salvou dois match points no segundo set e teve a chance de vencer o jogo no terceiro set, quando ganhava por 5 a 4 e sacou, avalia que o jogo contra Rogerinho foi definido nos detalhes.
- Foram três horas de jogo. Saquei para o jogo mas não consegui sair com a vitória, mas isso eu já estou acostumado, já salvei jogos, já perdi jogos assim nos detalhes e esse foi mais um jogo nos detalhes. De repente faltou um pouco mais de coragem, de ousadia na hora de ter fechado a partida.
Mesmo com a derrota, Feijão avalia que o resultado foi importante para o início da temporada, o que vai ajudá-lo na sequencia dos torneios.
- Foi um ótimo resultado, muito melhor que 2012 que até setembro eu não tinha feito quase nada de pontos. Então esses 45 pontos vieram bem, já estou aí em 132, subi 12 posições no rancking e como o meu objetivo é jogar Roland Garros, já estou muito mais próximo. Então foi um bom torneio. Não foi perfeito por não ter ganho mas fiz bons jogos e isso me dá confiança para o resto do ano.
Próximos compromissos
Ontem ele realizou testes físicos em São Paulo e viajou nesta terça-feira para o Rio de Janeiro, onde treina durante duas semanas e joga o Challenger em Bucaramanga, na Colômbia, que começa dia 21 de janeiro.
- Depois da Colômbia volto para o Rio de Janeiro e treino mais uma semana. Na sequencia eu jogo o ATP Tour de Viña Del Mar, no Chile (de 02 a 10 de fevereiro). E depois o Brasil Open que é no Ibirapuera, em São Paulo (de 11 a 17 de fevereiro).
Para o mogiano, dos primeiros compromissos do ano, o Brasil Open é o mais importante, mas logo alerta que não tem tempo para pensar assim.
- Eu acho que tenista não pensa num torneio específico, é semana após semana, você não vai para uma semana já pensando na outra. Você vai para uma semana pensando em ganhar aquela semana, pensando em ir bem.
- Foi o primeiro torneio do ano. Eu fiz quatro jogos. Até a semifinal eu tinha feito três grandes jogos, não tinha perdido nenhum set. E na semifinal eu joguei com o Rogerinho, que é um grande amigo meu – comenta Feijão.
O tenista, que salvou dois match points no segundo set e teve a chance de vencer o jogo no terceiro set, quando ganhava por 5 a 4 e sacou, avalia que o jogo contra Rogerinho foi definido nos detalhes.
- Foram três horas de jogo. Saquei para o jogo mas não consegui sair com a vitória, mas isso eu já estou acostumado, já salvei jogos, já perdi jogos assim nos detalhes e esse foi mais um jogo nos detalhes. De repente faltou um pouco mais de coragem, de ousadia na hora de ter fechado a partida.
Mesmo com a derrota, Feijão avalia que o resultado foi importante para o início da temporada, o que vai ajudá-lo na sequencia dos torneios.
- Foi um ótimo resultado, muito melhor que 2012 que até setembro eu não tinha feito quase nada de pontos. Então esses 45 pontos vieram bem, já estou aí em 132, subi 12 posições no rancking e como o meu objetivo é jogar Roland Garros, já estou muito mais próximo. Então foi um bom torneio. Não foi perfeito por não ter ganho mas fiz bons jogos e isso me dá confiança para o resto do ano.
Próximos compromissos
Ontem ele realizou testes físicos em São Paulo e viajou nesta terça-feira para o Rio de Janeiro, onde treina durante duas semanas e joga o Challenger em Bucaramanga, na Colômbia, que começa dia 21 de janeiro.
- Depois da Colômbia volto para o Rio de Janeiro e treino mais uma semana. Na sequencia eu jogo o ATP Tour de Viña Del Mar, no Chile (de 02 a 10 de fevereiro). E depois o Brasil Open que é no Ibirapuera, em São Paulo (de 11 a 17 de fevereiro).
Para o mogiano, dos primeiros compromissos do ano, o Brasil Open é o mais importante, mas logo alerta que não tem tempo para pensar assim.
- Eu acho que tenista não pensa num torneio específico, é semana após semana, você não vai para uma semana já pensando na outra. Você vai para uma semana pensando em ganhar aquela semana, pensando em ir bem.
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