Corinthians desembarca aos gritos de "Timão é tradição"
O desembarque do Corinthians na capital paulista após a eliminação na Copa do Brasil diante do Grêmio, na última quarta-feira, em Porto Alegre, foi agitado
O desembarque do Corinthians na capital paulista após a eliminação na Copa do Brasil diante do Grêmio, na última quarta-feira, em Porto Alegre, foi agitado. A delegação alvinegra passou pelo saguão do Aeroporto de Congonhas na tarde desta quinta sob protestos de torcedores, que entoaram o canto "Timão é tradição, não pode ter c...".
O detalhe é que o principal alvo dos torcedores, Alexandre Pato, não voltou com o restante da equipe. O camisa 7, que errou o pênalti decisivo ao tentar superar o goleiro Dida com a cavadinha, ficou no Rio Grande do Sul para atender compromissos pessoais.
Corinthians desembarca sem Pato; presidente explica ausência
Dois torcedores trajando camisas de organizadas levaram faixas com os dizeres "Displicência não" e "Timão é tradição, não pode ter c..." - mesmas palavras cantadas pelos corintianos. Praticamente todos os jogadores foram hostilizados, mas quase nenhum falou com a imprensa. O técnico Tite também passou em silêncio .
O presidente Mário Gobbi foi um dos únicos que parou para conceder entrevista. "Todo protesto é legal, desde que não tenha violência. A manifestação é garantida, é um direito, e acho que quando a torcida não está feliz, ela se manifesta mesmo", afirmou o dirigente, que também defendeu Alexandre Pato.
"O Pato perdeu um pênalti, mas não foi só ele. Ele não foi bem, e tentou uma coisa que não deu certo. Mesmo se vencesse, ele ficaria em Porto Alegre. Ele tinha compromissos com a família", explicou Gobbi.
O detalhe é que o principal alvo dos torcedores, Alexandre Pato, não voltou com o restante da equipe. O camisa 7, que errou o pênalti decisivo ao tentar superar o goleiro Dida com a cavadinha, ficou no Rio Grande do Sul para atender compromissos pessoais.
Corinthians desembarca sem Pato; presidente explica ausência
Dois torcedores trajando camisas de organizadas levaram faixas com os dizeres "Displicência não" e "Timão é tradição, não pode ter c..." - mesmas palavras cantadas pelos corintianos. Praticamente todos os jogadores foram hostilizados, mas quase nenhum falou com a imprensa. O técnico Tite também passou em silêncio .
O presidente Mário Gobbi foi um dos únicos que parou para conceder entrevista. "Todo protesto é legal, desde que não tenha violência. A manifestação é garantida, é um direito, e acho que quando a torcida não está feliz, ela se manifesta mesmo", afirmou o dirigente, que também defendeu Alexandre Pato.
"O Pato perdeu um pênalti, mas não foi só ele. Ele não foi bem, e tentou uma coisa que não deu certo. Mesmo se vencesse, ele ficaria em Porto Alegre. Ele tinha compromissos com a família", explicou Gobbi.
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