Weidman garante que vitória não foi golpe de sorte: "Trabalhei essa defesa"
Americano revela que treinamentos com Ray Longo o deixaram preparado para impedir que chutes de Anderson Silva fossem usados na revanche
Após fazer sua primeira defesa de cinturão dos pesos-médios do Ultimate no último sábado, no UFC 168, em Las Vegas (EUA), quando venceu Anderson Silva por nocaute técnico, causado por uma fratura na perna do brasileiro, Chris Weidman revelou detalhes de sua preparação para a esperada revanche. O americano disse ainda que as defesas dos chutes do ex-campeão foram treinadas à exaustão e, por isso, descarta a hipótese de "golpe de sorte".
- Eu não acho que foi um golpe de sorte. Não é um acidente quando você treina e trabalha duro para evitar esses chutes. Se eu não estivesse atento aos chutes do Anderson Silva, provavelmente teria me machucado, e ele usaria isso para me vencer - afirmou Weidman ao site "MMA Fighting".
O americano contou que, apesar de nunca ter quebrado a perna de ninguém, os treinamentos com Ray Longo foram cruciais para manter o cinturão da categoria até 84kg. Chris Weidman ainda lembrou que a estratégia foi traçada em função do brasileiro ter usado muito as pernas em seu último confronto, no UFC 162, em julho desse ano.
- Os chutes foram a única coisa que o Anderson Silva levou real perigo na última luta. Então, isso foi provavelmente a coisa mais importante que nós nos concentramos para agora. Trabalhei muito essa defesa para parar os chutes dele com o joelho. Ray Longo quebrou pernas de algumas pessoas com o joelho na canela. Já fiz isso (usar o joelho como defesa contra chute) algumas vezes nos treinamentos, porque impede as pessas de chutar. Mas eu nunca tinha quebrado a perna de alguém antes.
- Eu não acho que foi um golpe de sorte. Não é um acidente quando você treina e trabalha duro para evitar esses chutes. Se eu não estivesse atento aos chutes do Anderson Silva, provavelmente teria me machucado, e ele usaria isso para me vencer - afirmou Weidman ao site "MMA Fighting".
O americano contou que, apesar de nunca ter quebrado a perna de ninguém, os treinamentos com Ray Longo foram cruciais para manter o cinturão da categoria até 84kg. Chris Weidman ainda lembrou que a estratégia foi traçada em função do brasileiro ter usado muito as pernas em seu último confronto, no UFC 162, em julho desse ano.
- Os chutes foram a única coisa que o Anderson Silva levou real perigo na última luta. Então, isso foi provavelmente a coisa mais importante que nós nos concentramos para agora. Trabalhei muito essa defesa para parar os chutes dele com o joelho. Ray Longo quebrou pernas de algumas pessoas com o joelho na canela. Já fiz isso (usar o joelho como defesa contra chute) algumas vezes nos treinamentos, porque impede as pessas de chutar. Mas eu nunca tinha quebrado a perna de alguém antes.
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