Sem jogar como gosta, Wesley se diz peão e chama Gilson Kleina de malandro
O jogador que custou R$ 14,5 milhões há um ano se coloca como "ruim de bola" e chama Gilson Kleina de "malandro" por saber onde usá-lo.
Nesse domingo, Wesley voltou a ter chance como titular do Palmeiras. Novamente, porém, atuando avançado como um meia em vez de vir de trás com a bola dominada, como segundo volante, como sempre pediu para ser escalado. Agora, o jogador que custou R$ 14,5 milhões há um ano se coloca como “ruim de bola” e chama Gilson Kleina de “malandro” por saber onde usá-lo.
“O professor é malandro no futebol, sabe de várias situações e acompanhou minha carreira. Ele sabe onde gosto de jogar”, comentou, relatando que já pediu ao técnico para jogar onde gosta, mas se colocou à disposição para qualquer função. “Já conversamos. Independentemente da minha posição, vou procurar ajudar da melhor maneira.”
Pelo esforço, o jogador saiu do empate com o São Caetano, pior time do Campeonato Paulista, colocando-se entre os “ruins de bola” que precisam se esforçar. “É resenha do futebol, que a gente brinca. Sei das minhas limitações e compenso com trabalho. Por isso falei por mim e não citei o nome de mais ninguém”, comentou.
“Existe o craque e o peão de obra, que corre para dar a bola a quem tem mais qualidade. É normal ver o cara mais na frente, com mais treino, e falamos que precisamos treinar bastante porque aquela qualidade não dá para ter”, comparou, mais uma vez sem citar nomes.
O incômodo por atuar mais adiantado, contudo, é claro. Wesley já atribuiu as críticas de torcedores que pedem para ele soltar mais a bola exatamente ao seu costume de carregá-la da defesa para o ataque. Foi assim que o meio-campista se destacou no Santos campeão paulista e da Copa do Brasil de 2010 e chegou a ser convocado por Mano Menezes para a Seleção Brasileira.
“Não é a minha função, e não queremos que ninguém se machuque, principalmente o Valdivia, que é a cabeça pensante do time. Mas o professor me escolheu”, comentou. “Quando você tem uma oportunidade, tem que estar preparado e agarrar, independentemente de onde for. O professor vai me utilizar da melhor maneira possível”, apostou.
“O professor é malandro no futebol, sabe de várias situações e acompanhou minha carreira. Ele sabe onde gosto de jogar”, comentou, relatando que já pediu ao técnico para jogar onde gosta, mas se colocou à disposição para qualquer função. “Já conversamos. Independentemente da minha posição, vou procurar ajudar da melhor maneira.”
Pelo esforço, o jogador saiu do empate com o São Caetano, pior time do Campeonato Paulista, colocando-se entre os “ruins de bola” que precisam se esforçar. “É resenha do futebol, que a gente brinca. Sei das minhas limitações e compenso com trabalho. Por isso falei por mim e não citei o nome de mais ninguém”, comentou.
“Existe o craque e o peão de obra, que corre para dar a bola a quem tem mais qualidade. É normal ver o cara mais na frente, com mais treino, e falamos que precisamos treinar bastante porque aquela qualidade não dá para ter”, comparou, mais uma vez sem citar nomes.
O incômodo por atuar mais adiantado, contudo, é claro. Wesley já atribuiu as críticas de torcedores que pedem para ele soltar mais a bola exatamente ao seu costume de carregá-la da defesa para o ataque. Foi assim que o meio-campista se destacou no Santos campeão paulista e da Copa do Brasil de 2010 e chegou a ser convocado por Mano Menezes para a Seleção Brasileira.
“Não é a minha função, e não queremos que ninguém se machuque, principalmente o Valdivia, que é a cabeça pensante do time. Mas o professor me escolheu”, comentou. “Quando você tem uma oportunidade, tem que estar preparado e agarrar, independentemente de onde for. O professor vai me utilizar da melhor maneira possível”, apostou.
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