Corinthians vai ter que pagar R$ 3,1 mi à Caixa se jogador esconder logo do banco
Esta é uma das regras previstas no contrato de R$ 31 milhões que o banco público firmou com o Corinthians em novembro de 2012.
Se um jogador do Corinthians fizer um gol e resolver cobrir o rosto com a camisa durante a comemoração, o cartão amarelo será a menor das preocupações do clube.
O clube poderá ser alvo de uma multa de R$ 3,1 milhões, caso a Caixa Econômica, principal patrocinadora do time, entenda que o ato impediu a exposição de sua marca. E mais: é uma obrigação do Corinthians "garantir" que isso não aconteça.
Esta é uma das regras previstas no contrato de R$ 31 milhões que o banco público firmou com o Corinthians em novembro de 2012 e ao qual a Folha teve acesso após a Caixa tentar por duas vezes manter o documento em segredo. Clique aqui e veja o contrato.
A documentação foi liberada parcialmente por determinação da CGU (Controladoria-Geral da República), que regulamenta a aplicação da Lei de Acesso à Informação no governo federal.
O contrato determina que a multa da Caixa também vale para os casos de comemorações de título e vitórias --derrotas e empates não são citados no texto.
A Caixa exige também que os jogadores e funcionários do clube "zelem" pela marca e não façam declarações de "caráter negativo ou pejorativo" sobre o banco.
A punição, nesse caso, é pior: rescisão e pagamento de 100% do contrato de R$ 31 milhões.
A parceria entre o clube e o banco público vale até dezembro deste ano, podendo ser renovada até 2014. Segundo os documentos, a proposta inicial era de R$ 32 milhões.
O clube poderá ser alvo de uma multa de R$ 3,1 milhões, caso a Caixa Econômica, principal patrocinadora do time, entenda que o ato impediu a exposição de sua marca. E mais: é uma obrigação do Corinthians "garantir" que isso não aconteça.
Esta é uma das regras previstas no contrato de R$ 31 milhões que o banco público firmou com o Corinthians em novembro de 2012 e ao qual a Folha teve acesso após a Caixa tentar por duas vezes manter o documento em segredo. Clique aqui e veja o contrato.
A documentação foi liberada parcialmente por determinação da CGU (Controladoria-Geral da República), que regulamenta a aplicação da Lei de Acesso à Informação no governo federal.
O contrato determina que a multa da Caixa também vale para os casos de comemorações de título e vitórias --derrotas e empates não são citados no texto.
A Caixa exige também que os jogadores e funcionários do clube "zelem" pela marca e não façam declarações de "caráter negativo ou pejorativo" sobre o banco.
A punição, nesse caso, é pior: rescisão e pagamento de 100% do contrato de R$ 31 milhões.
A parceria entre o clube e o banco público vale até dezembro deste ano, podendo ser renovada até 2014. Segundo os documentos, a proposta inicial era de R$ 32 milhões.
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O único que não esteve presente foi o atacante Neymar, que permaneceu em Nova Jersey.










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