Palmeiras lembra que Tigre está "engasgado" com São Paulo, seu rival
Os atletas de Gilson Kleina, porém, vão além de ressaltar qualquer relação com o caso. Lembram que o clube brasileiro envolvido é exatamente um rival do clube a
Toda a tensão em relação ao jogo do Palmeiras nesta quarta-feira é consequência da confusão entre Tigre e São Paulo na final da Copa Sul-americana, há menos de três meses. Os atletas de Gilson Kleina, porém, vão além de ressaltar qualquer relação com o caso. Lembram que o clube brasileiro envolvido é exatamente um rival do clube alviverde.
"Não foi nada com o Palmeiras. Pelo contrário, foi contra um rival do Palmeiras, o São Paulo. Não tivemos nada a ver", argumentou Fernando Prass. "Eles estão engasgados com o São Paulo, não conosco", completou Vinicius.
A posição dos jogadores é de nem avaliar o que ocorreu em 12 de dezembro, quando o Tigre se recusou a jogar o segundo tempo acusando seguranças do São Paulo de violência e ter deixado o vestiário no Morumbi com marcas de sangue. "Não podemos julgar o Tigre pelo episódio contra o São Paulo. Não estávamos lá para saber o que realmente aconteceu", apontou Prass.
O discurso, porém, não muda a sensação que o Tigre deixou. Kleina nunca escondeu seu temor em relação ao jogo na Argentina, reforçado após ver jogadores da equipe da Grande Buenos Aires incitando atletas do Libertad a brigarem em campo nesta Libertadores.
Mas o histórico recente do clube não ajuda. Em seu estádio, Tigre venceu o All Boys nesse domingo, pelo Campeonato Argentino, sem torcida pelo temor de uma briga entre fãs do próprio Tigres - no último dia 24, na derrota para o River, um deles foi morto a tiros.
Ao Palmeiras, resta acreditar na relação próxima que o presidente Paulo Nobre procurou com dirigentes do Tigre e Nicolás Leoz, mandatário da Conmebol. O Libertad também foi consultado e a resposta foi de que violência foi vista somente em entradas duras dentro de campo, nada contra a delegação.
"O que separa a torcida do campo é um alambrado, e a torcida participa muito do jogo. Esperamos que extracampo aconteça tudo da melhor forma possível. Muita pressão, mas sem problema algum extracampo", comentou Fernando Prass.
"Vai ser um jogo de Libertadores, pegado, eles têm um estilo duro, mas estamos preparados para o que der e vier. Pensamos sempre na vitória e vamos buscar a vitória", prometeu Vinicius. "O que quero é vencer", afirmou Prass.
"Não foi nada com o Palmeiras. Pelo contrário, foi contra um rival do Palmeiras, o São Paulo. Não tivemos nada a ver", argumentou Fernando Prass. "Eles estão engasgados com o São Paulo, não conosco", completou Vinicius.
A posição dos jogadores é de nem avaliar o que ocorreu em 12 de dezembro, quando o Tigre se recusou a jogar o segundo tempo acusando seguranças do São Paulo de violência e ter deixado o vestiário no Morumbi com marcas de sangue. "Não podemos julgar o Tigre pelo episódio contra o São Paulo. Não estávamos lá para saber o que realmente aconteceu", apontou Prass.
O discurso, porém, não muda a sensação que o Tigre deixou. Kleina nunca escondeu seu temor em relação ao jogo na Argentina, reforçado após ver jogadores da equipe da Grande Buenos Aires incitando atletas do Libertad a brigarem em campo nesta Libertadores.
Mas o histórico recente do clube não ajuda. Em seu estádio, Tigre venceu o All Boys nesse domingo, pelo Campeonato Argentino, sem torcida pelo temor de uma briga entre fãs do próprio Tigres - no último dia 24, na derrota para o River, um deles foi morto a tiros.
Ao Palmeiras, resta acreditar na relação próxima que o presidente Paulo Nobre procurou com dirigentes do Tigre e Nicolás Leoz, mandatário da Conmebol. O Libertad também foi consultado e a resposta foi de que violência foi vista somente em entradas duras dentro de campo, nada contra a delegação.
"O que separa a torcida do campo é um alambrado, e a torcida participa muito do jogo. Esperamos que extracampo aconteça tudo da melhor forma possível. Muita pressão, mas sem problema algum extracampo", comentou Fernando Prass.
"Vai ser um jogo de Libertadores, pegado, eles têm um estilo duro, mas estamos preparados para o que der e vier. Pensamos sempre na vitória e vamos buscar a vitória", prometeu Vinicius. "O que quero é vencer", afirmou Prass.
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