Zagueiro Dedé consegue liminar que libera a sua transferência para o Cruzeiro
Justiça do Trabalho atende ao pedido do zagueiro, que tinha os direitos presos na Federação do Rio por causa de dívida do Vasco com a Fazenda.
O zagueiro Dedé obteve nesta segunda-feira uma liminar que permite a transferência de seus direitos federativos para o Cruzeiro. O jogador acionou a Justiça do Trabalho alegando que não poderia ter impedido o direito de exercer sua profissão. Os direitos dele estavam presos na Federação de Futebol do Rio por causa de um mandado de segurança conquistado na semana passada pela Fazenda Nacional, credora do Vasco, ex-clube do zagueiro.
Por meio de seu advogado, Dedé conseguiu um mandado de segurança em segunda instância no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de Janeiro. Os desembargadores da 4ª Turma do TRF já mandaram o ofício da decisão ser expedido para todas as partes envolvidas já nesta segunda-feira. No entanto, a Fazenda Nacional, que havia entrado com o recurso na 9ª Vara de Execuções Fiscais, ainda pode recorrer da decisão.
- É uma decisão que coloca as coisas em seus devidos lugares. O atleta tem o direito constitucional de trabalhar, e a Justiça respeitou esse direito - resumiu Carlos André de Freitas Lopes, advogado de Dedé.
O clube carioca deve aproximadamente R$ 50 milhões à Fazenda, que, por isso, bloqueou a transferência dos direitos federativos de Dedé ao Cruzeiro. Os cruz-maltinos receberam R$ 14 milhões pela transação e alegam que já gastaram todo o dinheiro depositado pelos mineiros. Com a liminar conquistada nesta sexta na Justiça do Trabalho, Dedé está liberado para ser inscrito pelo Cruzeiro.
Por meio de seu advogado, Dedé conseguiu um mandado de segurança em segunda instância no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de Janeiro. Os desembargadores da 4ª Turma do TRF já mandaram o ofício da decisão ser expedido para todas as partes envolvidas já nesta segunda-feira. No entanto, a Fazenda Nacional, que havia entrado com o recurso na 9ª Vara de Execuções Fiscais, ainda pode recorrer da decisão.
- É uma decisão que coloca as coisas em seus devidos lugares. O atleta tem o direito constitucional de trabalhar, e a Justiça respeitou esse direito - resumiu Carlos André de Freitas Lopes, advogado de Dedé.
O clube carioca deve aproximadamente R$ 50 milhões à Fazenda, que, por isso, bloqueou a transferência dos direitos federativos de Dedé ao Cruzeiro. Os cruz-maltinos receberam R$ 14 milhões pela transação e alegam que já gastaram todo o dinheiro depositado pelos mineiros. Com a liminar conquistada nesta sexta na Justiça do Trabalho, Dedé está liberado para ser inscrito pelo Cruzeiro.
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