Jogador Fred tenta seguir passos de "gênios" Romário e Ronaldo na Seleção
Atacante cita que equipe de Felipão vem jogando sempre com centroavante e descarta comparações com últimos grandes nomes da posição
Foram três gols em três jogos pela Seleção de Felipão, artilheiro do último Brasileiro com 20 gols, experiência no futebol europeu e uma Copa do Mundo no currículo. Com tantos requisitos, Fred pode ser apontado como um dos destaques do time de Felipão, principalmente em um momento que Neymar não consegue repetir suas boas atuações com a amarelinha.
Depois de Romário e Ronaldo, o Brasil não teve um jogador que fosse dono da camisa 9 - apenas alguns lampejos com Adriano e Luis Fabiano. Agora, Fred tem a oportunidade de entrar na seleta lista de grandes artilheiros da Seleção, ao lado do Baixinho e do Fenômeno. Mesmo dizendo conhecer suas qualidades, o jogador descarta qualquer tipo de comparação com os dois craques.
- Não tem como comparar Ronaldo e Romário com qualquer outro atacante em atividade no mundo, seria a coisa mais absurda. Foram gênios do futebol, que, hoje, não existem mais. Difícil achar atacante que faz o que eles faziam. Sei que tenho minhas qualidades, posso ser muito importante, vou buscar isso em campo, no meu limite, que posso ajudar muito com gols. É o que quero provar para todo mundo – declarou o camisa 9.
Quando tinha 22 anos, o jogador foi chamado para a Copa de 2006, em que foi reserva e coadjuvante de Ronaldo e Adriano, então titulares. Na ocasião, mesmo sem muitas chances, o artilheiro deixou sua marca na partida diante da Austrália, no dia 18 de junho, com apenas dois minutos em campo. Sete anos depois, cabe ao camisa 9 o papel de protagonista de uma Seleção ainda em busca de identificação.
Sempre busquei isso. Foi uma experiência maravilhosa para mim ter o Ronaldo, o Adriano por perto em 2006. Éramos eu e Robinho, ainda moleques, no banco, aprendendo. Fez parte do processo de amadurecimento. Uma experiência que conta muito até hoje quando visto a camisa da Seleção - revelou Fred.
Daquele tempo para hoje, algumas coisas mudaram no futebol. Se antes a presença de centroavantes era algo comum, hoje o cenário apresenta modificações. Questionado sobre a nova tendência mundial de equipes sem os famosos camisas 9, Fred brincou.
- Não pode matar os centroavantes, senão eu morro de fome (risos). No Barcelona, antigamente, tinha o Eto’o, que vivia uma fase maravilhosa. O Bayern (de Munique), que vem jogando o futebol mais bonito, hoje tem o Mario Gómez. Depende muito da característica de cada equipe, de adaptação. A Seleção vem jogando com centroavante desde que o Felipão assumiu e tenho que procurar fazer os gols para me manter na equipe - afirmou.
E a Seleção, por pouco, não perdeu o seu centroavante. Durante partida na Taça Rio diante do Resende, o capitão tricolor sofreu com um estiramento na panturrilha direita, além de dores no joelho. Sua volta só ocorreu na última semana e, mesmo assim, longe do melhor de sua condição física. O artilheiro tricolor garante que não temeu pela ausência na Copa das Confederações.
- Naquele momento, só fiquei com medo da Libertadores. Estava um pouco complicado para classificar para as oitavas e deu uma certa apreensão. No vestiário, o joelho já estava doendo muito, fiquei um pouco abatido. Mas o exame, no mesmo dia, mostrou que era uma lesão pequena no joelho e um estiramento na panturrilha, o que me deu tranquilidade - completou.
Depois de Romário e Ronaldo, o Brasil não teve um jogador que fosse dono da camisa 9 - apenas alguns lampejos com Adriano e Luis Fabiano. Agora, Fred tem a oportunidade de entrar na seleta lista de grandes artilheiros da Seleção, ao lado do Baixinho e do Fenômeno. Mesmo dizendo conhecer suas qualidades, o jogador descarta qualquer tipo de comparação com os dois craques.
- Não tem como comparar Ronaldo e Romário com qualquer outro atacante em atividade no mundo, seria a coisa mais absurda. Foram gênios do futebol, que, hoje, não existem mais. Difícil achar atacante que faz o que eles faziam. Sei que tenho minhas qualidades, posso ser muito importante, vou buscar isso em campo, no meu limite, que posso ajudar muito com gols. É o que quero provar para todo mundo – declarou o camisa 9.
Quando tinha 22 anos, o jogador foi chamado para a Copa de 2006, em que foi reserva e coadjuvante de Ronaldo e Adriano, então titulares. Na ocasião, mesmo sem muitas chances, o artilheiro deixou sua marca na partida diante da Austrália, no dia 18 de junho, com apenas dois minutos em campo. Sete anos depois, cabe ao camisa 9 o papel de protagonista de uma Seleção ainda em busca de identificação.
Sempre busquei isso. Foi uma experiência maravilhosa para mim ter o Ronaldo, o Adriano por perto em 2006. Éramos eu e Robinho, ainda moleques, no banco, aprendendo. Fez parte do processo de amadurecimento. Uma experiência que conta muito até hoje quando visto a camisa da Seleção - revelou Fred.
Daquele tempo para hoje, algumas coisas mudaram no futebol. Se antes a presença de centroavantes era algo comum, hoje o cenário apresenta modificações. Questionado sobre a nova tendência mundial de equipes sem os famosos camisas 9, Fred brincou.
- Não pode matar os centroavantes, senão eu morro de fome (risos). No Barcelona, antigamente, tinha o Eto’o, que vivia uma fase maravilhosa. O Bayern (de Munique), que vem jogando o futebol mais bonito, hoje tem o Mario Gómez. Depende muito da característica de cada equipe, de adaptação. A Seleção vem jogando com centroavante desde que o Felipão assumiu e tenho que procurar fazer os gols para me manter na equipe - afirmou.
E a Seleção, por pouco, não perdeu o seu centroavante. Durante partida na Taça Rio diante do Resende, o capitão tricolor sofreu com um estiramento na panturrilha direita, além de dores no joelho. Sua volta só ocorreu na última semana e, mesmo assim, longe do melhor de sua condição física. O artilheiro tricolor garante que não temeu pela ausência na Copa das Confederações.
- Naquele momento, só fiquei com medo da Libertadores. Estava um pouco complicado para classificar para as oitavas e deu uma certa apreensão. No vestiário, o joelho já estava doendo muito, fiquei um pouco abatido. Mas o exame, no mesmo dia, mostrou que era uma lesão pequena no joelho e um estiramento na panturrilha, o que me deu tranquilidade - completou.
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