Tyson Gay e Asafa Powell se envolvem em escândalo de doping
Imprensa internacional afirma que os dois velocistas fizeram uso do mesmo estimulante e destaca aumento da capacidade de produção de adrenalina
O escândalo de doping envolvendo dois dos mais importantes nomes do atletismo mundial ainda repercute mundialmente. O americano Tyson Gay e o jamaicano Asafa Powell testaram positivo para substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidoping (WADA) e não devem participar do Mundial de Atletismo, em agosto.
Nesta segunda-feira, o jornal britânico ""The Guardian"" afirmou que os dois velocistas apresentaram a mesma substância ilegal no organismo: a oxilofrina, um estimulante usado para tratar estados de hipotensão, com ação semelhante às da efedrina.
De acordo com a publicação da Grã-Bretanha, autoridades com conhecimento em dopagem afirmam que a substância permite uma vantagem no âmbito esportivo, aumentando a produção de adrenalina, estimulando a resistência e melhorando a velocidade, uma vez que também aumenta a oxigenação no sangue.
Ainda segundo o jornal, o uso contínuo pode trazer problemas a longo prazo. Isso porque existe o risco de taquicardias, disritmia cardíaca e até mesmo acidente vascular hemorrágico, por conta da alta pressão arterial causada pela substância. A oxilofrina é terminantemente proibida pela WADA e, na maioria das vezes, é ingerida através de suplementos de nutrição desportiva.
Tyson Gay e Asafa Powell não foram os únicos envolvidos no escândalo de doping deste fim de semana. Sherone Simpson, campeã olímpica em 2004 no revezamento 4x100m e prata em Pequim 2008 nos 100m e em Londres 2012 no 4x100m, e mais três atletas jamaicanos ainda não identificados testaram positivo.
Membro da Wada, o brasileiro Eduardo De Rose destacou que a quantidade de velocistas flagrados com uma mesma substância é um indício de que o doping foi consentido.
Nunca se pode excluir totalmente essa possibilidade, mas é difícil porque a substância que o atleta pode usar sem saber são aquelas que vêm em um suplemento alimentar.
Você toma um produto para melhorar sua massa muscular, a resistência e, ali dentro, pode vir alguma substância proibida. Mas, certamente não foi o caso desses atletas, porque cinco atletas jamaicanos e um americano com a mesma substância, todos eles velocistas - argumentou de Rose, em entrevista ao canal SporTV.
Nesta segunda-feira, o jornal britânico ""The Guardian"" afirmou que os dois velocistas apresentaram a mesma substância ilegal no organismo: a oxilofrina, um estimulante usado para tratar estados de hipotensão, com ação semelhante às da efedrina.
De acordo com a publicação da Grã-Bretanha, autoridades com conhecimento em dopagem afirmam que a substância permite uma vantagem no âmbito esportivo, aumentando a produção de adrenalina, estimulando a resistência e melhorando a velocidade, uma vez que também aumenta a oxigenação no sangue.
Ainda segundo o jornal, o uso contínuo pode trazer problemas a longo prazo. Isso porque existe o risco de taquicardias, disritmia cardíaca e até mesmo acidente vascular hemorrágico, por conta da alta pressão arterial causada pela substância. A oxilofrina é terminantemente proibida pela WADA e, na maioria das vezes, é ingerida através de suplementos de nutrição desportiva.
Tyson Gay e Asafa Powell não foram os únicos envolvidos no escândalo de doping deste fim de semana. Sherone Simpson, campeã olímpica em 2004 no revezamento 4x100m e prata em Pequim 2008 nos 100m e em Londres 2012 no 4x100m, e mais três atletas jamaicanos ainda não identificados testaram positivo.
Membro da Wada, o brasileiro Eduardo De Rose destacou que a quantidade de velocistas flagrados com uma mesma substância é um indício de que o doping foi consentido.
Nunca se pode excluir totalmente essa possibilidade, mas é difícil porque a substância que o atleta pode usar sem saber são aquelas que vêm em um suplemento alimentar.
Você toma um produto para melhorar sua massa muscular, a resistência e, ali dentro, pode vir alguma substância proibida. Mas, certamente não foi o caso desses atletas, porque cinco atletas jamaicanos e um americano com a mesma substância, todos eles velocistas - argumentou de Rose, em entrevista ao canal SporTV.
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