Wallace encara a Bulgária de sorriso aberto e tenta levar Brasil à decisão
Oposto segue conselho de Bernardinho para "jogar feliz" e se soltar na seleção. Neste sábado, às 20h, tem a missão de ser referência no ataque
Em um primeiro momento, as pancadas sobressaem. Wallace salta à rede, prepara o braço e ataca, sem medir força. Mas, quando a bola vai ao chão da quadra rival, outra característica do jogador se torna mais evidente.
Com a alegria de quem, passo a passo, trilha seu rumo na seleção, o oposto costuma jogar de sorriso aberto. Substituto de Leandro Vissotto, que dificilmente terá condições de voltar à quadra em Mar del Plata, Wallace tem ouvido o principal conselho de Bernardinho: jogar feliz. E, neste sábado, tentará manter o sorriso no rosto diante da Bulgária, às 20h, pela semifinal da Liga Mundial.
Nos Jogos Olímpicos de Londres, Wallace era o caçula. Também por conta de uma lesão de Vissotto, virou titular em uma final olímpica. Rápido e potente no ataque, o oposto costuma receber elogios de Bernardinho. O técnico, porém, mostra paciência com o pupilo. E, nos treinamentos, tem pedido para o jogador se soltar dentro de quadra.
Ele me disse para fazer o meu jogo, jogar feliz. Ele me cobra mais isso. Diz que eu preciso jogar feliz e solto dentro de quadra afirma o atacante.
A missão de entrar em momentos decisivos é encarada com tranquilidade pelo oposto. Na vitória contra o Canadá, quando o Brasil precisava do triunfo para avançar às semifinais da Liga Mundial, o oposto saiu de quadra como o maior pontuador, com 18 pontos. Mas, ainda que não seja uma final olímpica, a pressão ainda está ali.
Em outros aspectos, é a mesma pressão das Olimpíadas, entre aspas (risos). Mas tenho de estar sempre preparado. Bernardo sempre me dá uns toques, me diz para eu ficar atento. Diz que eu não posso me acomodar em ser o segundo oposto. Eu sempre treinei assim, para tentar buscar uma opção. Vou continuar a fazer desse jeito – afirmou o jogador.
Na semifinal, o Brasil voltará a encarar a Bulgária. Na primeira fase, em Brasília, a seleção passou pelos rivais duas vezes, ambas por 3 sets a 1. Wallace, porém, não espera um rival simples de ser batido.
Qualquer time que viesse certamente não seria fácil. Não dá para vencer na camisa. O time soube se portar bem dentro dessa pressão. Foi a primeira final, agora vamos nos preparar para as outras duas afirmou.
Bruninho pede cuidado com oposto rival
Assim como a Rússia, os búlgaros apostam em um vôlei de força. Ainda que não tenha uma técnica tão apurada como os campeões olímpicos, os rivais deste sábado já mostraram qualidade. Sokolov, o oposto do time, é um dos principais atacantes da Liga até aqui. Capitão da seleção, Bruninho espera um duelo complicado.
Tivemos bons exemplos disso nos primeiros jogos. Nos primeiros sets, erramos para eles. Não podemos enfrentar no bloqueio, temos de saber neutralizá-los de alguma maneira no ponto forte deles, que é o oposto. Vamos deixar os caras jogarem, deixá-los no chão. Acho que temos mais técnica que eles. Fisicamente, se fizermos o embate, vamos perder. Precisamos jogar na boa, na técnica, sem rifar o saque, para passar à final garantiu o levantador.
Com a alegria de quem, passo a passo, trilha seu rumo na seleção, o oposto costuma jogar de sorriso aberto. Substituto de Leandro Vissotto, que dificilmente terá condições de voltar à quadra em Mar del Plata, Wallace tem ouvido o principal conselho de Bernardinho: jogar feliz. E, neste sábado, tentará manter o sorriso no rosto diante da Bulgária, às 20h, pela semifinal da Liga Mundial.
Nos Jogos Olímpicos de Londres, Wallace era o caçula. Também por conta de uma lesão de Vissotto, virou titular em uma final olímpica. Rápido e potente no ataque, o oposto costuma receber elogios de Bernardinho. O técnico, porém, mostra paciência com o pupilo. E, nos treinamentos, tem pedido para o jogador se soltar dentro de quadra.
Ele me disse para fazer o meu jogo, jogar feliz. Ele me cobra mais isso. Diz que eu preciso jogar feliz e solto dentro de quadra afirma o atacante.
A missão de entrar em momentos decisivos é encarada com tranquilidade pelo oposto. Na vitória contra o Canadá, quando o Brasil precisava do triunfo para avançar às semifinais da Liga Mundial, o oposto saiu de quadra como o maior pontuador, com 18 pontos. Mas, ainda que não seja uma final olímpica, a pressão ainda está ali.
Em outros aspectos, é a mesma pressão das Olimpíadas, entre aspas (risos). Mas tenho de estar sempre preparado. Bernardo sempre me dá uns toques, me diz para eu ficar atento. Diz que eu não posso me acomodar em ser o segundo oposto. Eu sempre treinei assim, para tentar buscar uma opção. Vou continuar a fazer desse jeito – afirmou o jogador.
Na semifinal, o Brasil voltará a encarar a Bulgária. Na primeira fase, em Brasília, a seleção passou pelos rivais duas vezes, ambas por 3 sets a 1. Wallace, porém, não espera um rival simples de ser batido.
Qualquer time que viesse certamente não seria fácil. Não dá para vencer na camisa. O time soube se portar bem dentro dessa pressão. Foi a primeira final, agora vamos nos preparar para as outras duas afirmou.
Bruninho pede cuidado com oposto rival
Assim como a Rússia, os búlgaros apostam em um vôlei de força. Ainda que não tenha uma técnica tão apurada como os campeões olímpicos, os rivais deste sábado já mostraram qualidade. Sokolov, o oposto do time, é um dos principais atacantes da Liga até aqui. Capitão da seleção, Bruninho espera um duelo complicado.
Tivemos bons exemplos disso nos primeiros jogos. Nos primeiros sets, erramos para eles. Não podemos enfrentar no bloqueio, temos de saber neutralizá-los de alguma maneira no ponto forte deles, que é o oposto. Vamos deixar os caras jogarem, deixá-los no chão. Acho que temos mais técnica que eles. Fisicamente, se fizermos o embate, vamos perder. Precisamos jogar na boa, na técnica, sem rifar o saque, para passar à final garantiu o levantador.
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