Insatisfeito com atrasos, Autuori pode entregar cargo neste domingo
Aos jogadores do Vasco, técnico afirmou que pretendia deixar o clube caso compromissos da diretoria não fossem cumpridos
Durante as quase três semanas de paralisação do Campeonato Brasileiro para a disputa da Copa das Confederações, Paulo Autuori se empenhou em preparar o time do Vasco. Avaliou reforços, trabalhou a parte tática e buscou montar o melhor conjunto para a sequência da competição.
Mas também jamais esqueceu o compromisso da diretoria. Ela lhe prometeu que a partir do início de julho o clube regularizaria os pagamentos e não permitiria mais atrasos. Pois o dia 5 de julho, data estipulada, chegou e os salários continuam atrasados. Assim, o treinador tem a chance de entregar o cargo após a partida contra o Internacional, neste domingo, em Caxias do Sul (RS).
Desde que firmou seu compromisso com o Vasco, em março, Paulo Autuori deixou claro que não admitiria ficar no clube se os salários não fossem regularizados na primeira semana de julho, como a diretoria prometeu a ele.
Em reunião realizada antes do treino da última quinta-feira, em São Januário, o diretor de futebol Ricardo Gomes avisou aos jogadores que o pagamento seria feito no dia seguinte. Na última sexta, em reunião com o elenco, o treinador avisou que poderia deixar o comando da equipe depois do jogo contra o Internacional se isso não ocorresse.
A diretoria, entretanto, ainda conta com uma tolerância de Autuori, que tem elogiado o esforço para buscar recursos e conseguir patrocínios após firmar um acordo com a Fazenda Nacional relativo à dívida do clube.
Assim, o Vasco espera que o treinador aguarde mais alguns dias, quando se pode ter novidades e até mesmo o anúncio oficial de um ou mais novos parceiros.
No entanto, a paciência de Paulo Autuori parece perto do fim. Na sexta-feira (28/6), a diretoria anunciou o pagamento de um mês de salários. Mas como alguns jogadores afirmaram não terem recebido, o grupo pediu o cancelamento do treino do dia seguinte, decisão acatada pelo treinador.
A situação, aparentemente, foi contornada, mas a interferência direta da crise financeira em seu trabalho no campo foi algo que pode ter minado sua relação com o Vasco.
Desde a demissão de Ney Franco, na última sexta-feira, Paulo Autuori passou a ser um nome cogitado pelo São Paulo. No entanto, o treinador afirma não ter recebido qualquer contato do Tricolor, pelo qual foi campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2005.
Mas seja por insatisfação com os salários atrasados ou interesse de outro clube, o Vasco espera não perder seu treinador. O diretor geral Cristiano Koehler se mostra seguro da permanência de Paulo Autuori após o prazo dado pela diretoria a ele no momento de sua contratação, em março.
Nós estamos alinhados com o Paulo. Ele é peça fundamental no processo de reconstrução do Vasco, se interessa pelo que acontece no clube e tem a consciência de todos os esforços que têm sido feitos para resolver uma situação que não é exclusiva do Vasco. Ele tem contrato até o fim do ano que vem, e nós gostaríamos muito que ele o cumprisse - afirmou o dirigente cruz-maltino.
Mas também jamais esqueceu o compromisso da diretoria. Ela lhe prometeu que a partir do início de julho o clube regularizaria os pagamentos e não permitiria mais atrasos. Pois o dia 5 de julho, data estipulada, chegou e os salários continuam atrasados. Assim, o treinador tem a chance de entregar o cargo após a partida contra o Internacional, neste domingo, em Caxias do Sul (RS).
Desde que firmou seu compromisso com o Vasco, em março, Paulo Autuori deixou claro que não admitiria ficar no clube se os salários não fossem regularizados na primeira semana de julho, como a diretoria prometeu a ele.
Em reunião realizada antes do treino da última quinta-feira, em São Januário, o diretor de futebol Ricardo Gomes avisou aos jogadores que o pagamento seria feito no dia seguinte. Na última sexta, em reunião com o elenco, o treinador avisou que poderia deixar o comando da equipe depois do jogo contra o Internacional se isso não ocorresse.
A diretoria, entretanto, ainda conta com uma tolerância de Autuori, que tem elogiado o esforço para buscar recursos e conseguir patrocínios após firmar um acordo com a Fazenda Nacional relativo à dívida do clube.
Assim, o Vasco espera que o treinador aguarde mais alguns dias, quando se pode ter novidades e até mesmo o anúncio oficial de um ou mais novos parceiros.
No entanto, a paciência de Paulo Autuori parece perto do fim. Na sexta-feira (28/6), a diretoria anunciou o pagamento de um mês de salários. Mas como alguns jogadores afirmaram não terem recebido, o grupo pediu o cancelamento do treino do dia seguinte, decisão acatada pelo treinador.
A situação, aparentemente, foi contornada, mas a interferência direta da crise financeira em seu trabalho no campo foi algo que pode ter minado sua relação com o Vasco.
Desde a demissão de Ney Franco, na última sexta-feira, Paulo Autuori passou a ser um nome cogitado pelo São Paulo. No entanto, o treinador afirma não ter recebido qualquer contato do Tricolor, pelo qual foi campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2005.
Mas seja por insatisfação com os salários atrasados ou interesse de outro clube, o Vasco espera não perder seu treinador. O diretor geral Cristiano Koehler se mostra seguro da permanência de Paulo Autuori após o prazo dado pela diretoria a ele no momento de sua contratação, em março.
Nós estamos alinhados com o Paulo. Ele é peça fundamental no processo de reconstrução do Vasco, se interessa pelo que acontece no clube e tem a consciência de todos os esforços que têm sido feitos para resolver uma situação que não é exclusiva do Vasco. Ele tem contrato até o fim do ano que vem, e nós gostaríamos muito que ele o cumprisse - afirmou o dirigente cruz-maltino.
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