Etiene alcança quarto lugar histórico em Barcelona
Brasileira perde a medalha de bronze nos 50m costas por apenas três décimos, mas resultado é o melhor da história da natação feminina do país
Se fosse supersticiosa, Etiene Medeiros cairia na piscina para a final dos 50m costas com uma pulga atrás da orelha. Afinal de contas, instantes antes de ser apresentada ao público que acompanha o Mundial em Barcelona, a pernambucana de 22 anos viu os óculos que usaria na prova estourarem.
Mas a pernambucana não se abalou. Pegou um novo emprestado e nadou como nunca. Fez o melhor tempo de sua vida e, por apenas três décimos, não conquistou uma inédita medalha para a natação feminina brasileira. Mesmo assim, o quarto lugar, com o tempo de 27s83, foi o melhor resultado da história entre as mulheres do Brasil, contando Mundiais e Olimpíadas.
Acho que foram muitos olhares ali, e os meus óculos quebraram no meio. Na hora, dei uma amarrada, e o Ricardo (de Moura, supervisor técnico da seleção) falou: "Esse é o jeito nordestino". Na hora, se quebrou e não tem outro, vamos nadar sem óculos. Mas me emprestaram um outro - disse Etiene, que tinha ficado frustrada com o 21° lugar nos 100m costas.
Antes dela, o melhor resultado em um Mundial pertencia a Gabriella Silva, quinta colocada nos 100m borboleta em Roma 2009. Joanna Maranhão também terminou em quinto lugar na final dos 400m medley nas Olimpíadas de Atenas 2004.
O ouro em Barcelona ficou com a chinesa Jing Zhao, com 27s29. A prata foi da também chinesa Yuanhul Fu, com 27s39. A japonesa Aya Terakawa levou bronze com 27s53. Emocionada, a brasileira festejou o resultado.
Queria uma medalha. Queria voltar para casa com aquela coisinha linda e maravilhosa. Mas em qualquer esporte é assim. Você luta, luta, luta e podem vir vitórias ou derrotas. Você vai aprendendo. Eu estou muito feliz, foi um resultado muito bom.
Acho que dá até uma energia para as outras meninas. Falam muito que o feminino é isso, é aquilo. Eu tenho um pouco de sangue nordestino, tenho uma raivinha. Mas é muito bom esse resultado e espero fazer mais - disse Etiene Medeiros, antes de abraçar emocionada o técnico Fernando Vanzella.
Mas a pernambucana não se abalou. Pegou um novo emprestado e nadou como nunca. Fez o melhor tempo de sua vida e, por apenas três décimos, não conquistou uma inédita medalha para a natação feminina brasileira. Mesmo assim, o quarto lugar, com o tempo de 27s83, foi o melhor resultado da história entre as mulheres do Brasil, contando Mundiais e Olimpíadas.
Acho que foram muitos olhares ali, e os meus óculos quebraram no meio. Na hora, dei uma amarrada, e o Ricardo (de Moura, supervisor técnico da seleção) falou: "Esse é o jeito nordestino". Na hora, se quebrou e não tem outro, vamos nadar sem óculos. Mas me emprestaram um outro - disse Etiene, que tinha ficado frustrada com o 21° lugar nos 100m costas.
Antes dela, o melhor resultado em um Mundial pertencia a Gabriella Silva, quinta colocada nos 100m borboleta em Roma 2009. Joanna Maranhão também terminou em quinto lugar na final dos 400m medley nas Olimpíadas de Atenas 2004.
O ouro em Barcelona ficou com a chinesa Jing Zhao, com 27s29. A prata foi da também chinesa Yuanhul Fu, com 27s39. A japonesa Aya Terakawa levou bronze com 27s53. Emocionada, a brasileira festejou o resultado.
Queria uma medalha. Queria voltar para casa com aquela coisinha linda e maravilhosa. Mas em qualquer esporte é assim. Você luta, luta, luta e podem vir vitórias ou derrotas. Você vai aprendendo. Eu estou muito feliz, foi um resultado muito bom.
Acho que dá até uma energia para as outras meninas. Falam muito que o feminino é isso, é aquilo. Eu tenho um pouco de sangue nordestino, tenho uma raivinha. Mas é muito bom esse resultado e espero fazer mais - disse Etiene Medeiros, antes de abraçar emocionada o técnico Fernando Vanzella.
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