Caixão de Gylmar recebe bandeira do Corinthians
Além de Timão e Peixe, CBF e FPF também enviam coroas para velório do goleiro da Seleção nos títulos mundiais de 1958 e 1962
Depois de mais de 7 horas sendo velado, no Cemitério do Morumbi, em São Paulo, o caixão com o corpo de Gylmar dos Santos Neves recebeu a bandeira do Corinthians.
O material foi enviado pelo clube do Parque São Jorge junto com uma coroa de flores. No recebido de entrega, constava o pedido do Timão para que a bandeira fosse colocada sob o caixão do goleiro bicampeão mundial pela Seleção.
Não posso dizer se o meu pai era ou não corintiano. No Rio, ele era vascaíno e falava disso. Mas, em São Paulo, eu não posso revelar. Ele pedia segredo. É uma resposta de 1 milhão de dólares, afirmou Rogério, um dos dois filhos do ídolo brasileiro que faleceu no último domingo.
Gylmar defendeu o Corinthians entre os anos de 1951 e 1961 e conquistou três vezes o Campeonato Paulista e duas vezes o Torneio Rio-São Paulo. Já pelo Peixe, o ex-goleiro atuou de 1962 a 1969 e ganhou uma enorme quantidade de títulos, ao lado de Pelé e companhia. Além do bicampeonato mundial, o ex-arqueiro ganhou o Campeonato Paulista (1962, 1964, 1965, 1967 e 1968), o Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968), a Taça Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), o Torneio Rio-São Paulo (1963, 1964 e 1966) e a Recopa dos Campeões Mundiais (1968).
Antes das honrarias no velório, Corinthians e Santos também já tinham homenageado Gylmar através de notas nos seus sites oficias. A Confederação Brasileira de Futebol e a presidência da República também utilizaram a internet para valorizar a memória do ex-arqueiro.
O velório de Gylmar dos Santos Neves é aberto ao público e prossegue até por volta das 14h30, no Cemitério do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo. Na sequência, às 15h, o goleiro que fez história com as camisas da Seleção Brasileira, Corinthians e Santos será enterrado no mesmo local.
É um orgulho muito grande ser filho de Gylmar dos Santos Neves. Ele foi o único goleiro bicampeão mundial de futebol e foi um grande homem e pai. Há 13 anos, ele lutava pela vida e, de certo modo, foi um alívio acabar com o sofrimento. Imagine um atleta, que jamais bebeu ou fumou, ter tantas limitações – disse Marcelo, outro filho do craque, sobre o AVC que o pai sofreu em 2000 e limitou sua fala e movimentos.
Na Seleção, Gylmar fez 104 jogos, com 73 vitórias, 15 empates, 16 derrotas e 104 gols sofridos. Além das duas Copas do Mundo, Gylmar conquistou ainda a Taça Bernardo O"Higgins (1955, 1959, 1961), a Taça Oswaldo Cruz (1955, 1958, 1961, 1962, 1968), a Taça do Atlântico (1956, 1960) e a Copa Rocca (1957, 1960, 1963).
O futebol brasileiro está de luto. Depois do De Sordi, agora o Gylmar, jogadores que fizeram que os torcedores brasileiros sentissem orgulho. Meus pêsames, em nome dos diretores e funcionários da CBF, à família deste que foi um dos maiores goleiros do Brasil de todos os tempos. Além de um grande goleiro, foi um ídolo mundial, um exemplo de jogador e cidadão. A seleção brasileira, que ele tão bem representou, jogará de luto no dia 7 de setembro contra a Austrália - afirmou o presidente da CBF, José Maria Marin, ao site da entidade.
Em nota, a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil está de luto pela morte de Gylmar e De Sordi, lateral-direito na Seleção que venceu a Copa do Mundo de 1958, que também morreu no sábado.
O material foi enviado pelo clube do Parque São Jorge junto com uma coroa de flores. No recebido de entrega, constava o pedido do Timão para que a bandeira fosse colocada sob o caixão do goleiro bicampeão mundial pela Seleção.
Não posso dizer se o meu pai era ou não corintiano. No Rio, ele era vascaíno e falava disso. Mas, em São Paulo, eu não posso revelar. Ele pedia segredo. É uma resposta de 1 milhão de dólares, afirmou Rogério, um dos dois filhos do ídolo brasileiro que faleceu no último domingo.
Gylmar defendeu o Corinthians entre os anos de 1951 e 1961 e conquistou três vezes o Campeonato Paulista e duas vezes o Torneio Rio-São Paulo. Já pelo Peixe, o ex-goleiro atuou de 1962 a 1969 e ganhou uma enorme quantidade de títulos, ao lado de Pelé e companhia. Além do bicampeonato mundial, o ex-arqueiro ganhou o Campeonato Paulista (1962, 1964, 1965, 1967 e 1968), o Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968), a Taça Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), o Torneio Rio-São Paulo (1963, 1964 e 1966) e a Recopa dos Campeões Mundiais (1968).
Antes das honrarias no velório, Corinthians e Santos também já tinham homenageado Gylmar através de notas nos seus sites oficias. A Confederação Brasileira de Futebol e a presidência da República também utilizaram a internet para valorizar a memória do ex-arqueiro.
O velório de Gylmar dos Santos Neves é aberto ao público e prossegue até por volta das 14h30, no Cemitério do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo. Na sequência, às 15h, o goleiro que fez história com as camisas da Seleção Brasileira, Corinthians e Santos será enterrado no mesmo local.
É um orgulho muito grande ser filho de Gylmar dos Santos Neves. Ele foi o único goleiro bicampeão mundial de futebol e foi um grande homem e pai. Há 13 anos, ele lutava pela vida e, de certo modo, foi um alívio acabar com o sofrimento. Imagine um atleta, que jamais bebeu ou fumou, ter tantas limitações – disse Marcelo, outro filho do craque, sobre o AVC que o pai sofreu em 2000 e limitou sua fala e movimentos.
Na Seleção, Gylmar fez 104 jogos, com 73 vitórias, 15 empates, 16 derrotas e 104 gols sofridos. Além das duas Copas do Mundo, Gylmar conquistou ainda a Taça Bernardo O"Higgins (1955, 1959, 1961), a Taça Oswaldo Cruz (1955, 1958, 1961, 1962, 1968), a Taça do Atlântico (1956, 1960) e a Copa Rocca (1957, 1960, 1963).
O futebol brasileiro está de luto. Depois do De Sordi, agora o Gylmar, jogadores que fizeram que os torcedores brasileiros sentissem orgulho. Meus pêsames, em nome dos diretores e funcionários da CBF, à família deste que foi um dos maiores goleiros do Brasil de todos os tempos. Além de um grande goleiro, foi um ídolo mundial, um exemplo de jogador e cidadão. A seleção brasileira, que ele tão bem representou, jogará de luto no dia 7 de setembro contra a Austrália - afirmou o presidente da CBF, José Maria Marin, ao site da entidade.
Em nota, a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil está de luto pela morte de Gylmar e De Sordi, lateral-direito na Seleção que venceu a Copa do Mundo de 1958, que também morreu no sábado.
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