Brasil estreia com vitória no Grand Prix
Polônia assusta e vence primeiro set, mas seleção mostra força para se recuperar e derrotar rivais na primeira partida da competição, em Campinas
A bola bate nos braços de Fernanda Garay e voa para longe. Em um primeiro momento, diante das pancadas das rivais, a brasileira sofreu. A desconhecida Polônia se mostrou forte na rede e no braço.
A resposta porém, veio ainda mais potente. Se as europeias souberam assustar no início, o Brasil, guiado pela ponteira, mostrou calma e talento para se recuperar na noite desta sexta-feira. Depois de levar a pior na parcial de estreia no Grand Prix, a seleção de José Roberto Guimarães virou o jogo e venceu por 3 sets a 1, parciais 21/25,25/17, 25/15 e 25/20, em Campinas.
A vitória dá fôlego à seleção, que volta a entrar em quadra logo na manhã deste sábado, contra a Rússia, às 10h. Nesta sexta, as europeias levaram a pior contra os Estados Unidos, por 3 sets a 1, parciais 25/20, 25/17, 21/25 e 25/12.
Garay foi a maior pontuadora do jogo com 20 pontos, seguida pela oposto polonesa Katarzyna Skowronska, que atuou como ponteira, com 16.
Às vezes acontece, na estreia, um pouquinho de nervosismo. Mas soubemos sair de uma situação difícil para ficar com a vitória. A equipe da Polônia tem muito mérito, está crescendo. Mas, no início da partida, foi mais por erros nossos do que mérito delas. Melhoramos quando conseguimos trabalhar um pouco mais - disse Garay.
Zé Roberto acredita que a equipe entrou em quadra mais nervosa do que o normal, mas ressaltou a importância da vitória.
Foi um primeiro set difícil. Um pouco acanhado, intranquilo. Foi o que me chamou a atenção. Nós cometemos alguns erros, mas conseguimos nos equilibrar. No segundo set, viramos outro time. Sacamos melhor, melhoramos na defesa, que era o que tínhamos previsto. Sabíamos que seria complicado. Mas é por aí. Começamos bem.
O jogo
O cartão de visita polonês veio em forma de parede. Antes desconhecidas pelas jogadoras brasileiras, as europeias se apresentaram fortes no bloqueio. Nas primeiras jogadas, Gabi e Monique tiveram problemas para encaixar seus ataques. A bela ponteira Skowronska, principal nome das rivais, liderou a Polônia a um início irrepreensível. Enquanto o Brasil tentava se acertar em quadra, as visitantes abriram 8/3 antes do primeiro tempo técnico.
As polonesas também batiam forte. E, assim, davam problemas às brasileiras, que pecavam nos passes. Àquela altura, a jovem Gabi aparecia como válvula de escape da equipe da casa, que, na marra, conseguia se manter no jogo. Ainda assim, a Polônia abriu 18/13, e Zé Roberto apostou na inversão 5 por 1, mandando Sheilla e Fabíola para a quadra. A oposto, como de costume, foi festejada pela torcida.
A reação, porém, não veio. A seleção ainda chegou a evitar dois break points, mas, no saque para fora de Gabi, as polonesas fecharam em 25/21.
Na mudança de lado da quadra, o jogo também se inverteu. Foi o Brasil, então, que começou a tomar o controle da partida para si. O bloqueio polonês já não funcionava tão bem. As donas da casa passaram a preferir a bola de efeito às pancadas. Deu certo. Com autoridade, a seleção de Zé Roberto aos poucos foi se distanciando no placar. Em bela bola de segundo tempo, Dani Lins fez o Brasil chegar a 14/7.
Estava tão fácil que o Brasil se permitiu relaxar por alguns instantes. Mas nada que fizesse as polonesas assustarem. A jovem Gabi se mostrava incansável, assim como Garay e Monique. Em um bloqueio, a seleção fechou em 25/17 e deixou tudo igual na partida.
O ímpeto ofensivo do início já não existia no lado da Polônia. Agora, eram as donas da casa que apareciam bem para bloquear e atacar. Juciely, cada vez mais firme na rede brasileira, mostrava força no fundamento. No ataque, era Garay quem brilhava. Com tranquilidade, o Brasil abriu nove pontos de vantagem: 14 a 5.
O massacre, então, seguiu. Do outro lado, a Polônia já não conseguia mais fazer nada para impedir que o Brasil fosse soberano em quadra. Em mais um bloqueio duplo, Gabi e Fabiana deram fim ao terceiro set e colocaram a seleção à frente (25/15).
A Polônia quis endurecer o jogo no quarto set. Ao contrário das parciais anteriores, a seleção europeia já não deixava as donas da casa dispararem no placar. Mas o Brasil guardou fôlego para o fim. Impulsionado pela torcida campineira, a seleção fechou a partida em um mais um ponto de Garay: 25/20.
A resposta porém, veio ainda mais potente. Se as europeias souberam assustar no início, o Brasil, guiado pela ponteira, mostrou calma e talento para se recuperar na noite desta sexta-feira. Depois de levar a pior na parcial de estreia no Grand Prix, a seleção de José Roberto Guimarães virou o jogo e venceu por 3 sets a 1, parciais 21/25,25/17, 25/15 e 25/20, em Campinas.
A vitória dá fôlego à seleção, que volta a entrar em quadra logo na manhã deste sábado, contra a Rússia, às 10h. Nesta sexta, as europeias levaram a pior contra os Estados Unidos, por 3 sets a 1, parciais 25/20, 25/17, 21/25 e 25/12.
Garay foi a maior pontuadora do jogo com 20 pontos, seguida pela oposto polonesa Katarzyna Skowronska, que atuou como ponteira, com 16.
Às vezes acontece, na estreia, um pouquinho de nervosismo. Mas soubemos sair de uma situação difícil para ficar com a vitória. A equipe da Polônia tem muito mérito, está crescendo. Mas, no início da partida, foi mais por erros nossos do que mérito delas. Melhoramos quando conseguimos trabalhar um pouco mais - disse Garay.
Zé Roberto acredita que a equipe entrou em quadra mais nervosa do que o normal, mas ressaltou a importância da vitória.
Foi um primeiro set difícil. Um pouco acanhado, intranquilo. Foi o que me chamou a atenção. Nós cometemos alguns erros, mas conseguimos nos equilibrar. No segundo set, viramos outro time. Sacamos melhor, melhoramos na defesa, que era o que tínhamos previsto. Sabíamos que seria complicado. Mas é por aí. Começamos bem.
O jogo
O cartão de visita polonês veio em forma de parede. Antes desconhecidas pelas jogadoras brasileiras, as europeias se apresentaram fortes no bloqueio. Nas primeiras jogadas, Gabi e Monique tiveram problemas para encaixar seus ataques. A bela ponteira Skowronska, principal nome das rivais, liderou a Polônia a um início irrepreensível. Enquanto o Brasil tentava se acertar em quadra, as visitantes abriram 8/3 antes do primeiro tempo técnico.
As polonesas também batiam forte. E, assim, davam problemas às brasileiras, que pecavam nos passes. Àquela altura, a jovem Gabi aparecia como válvula de escape da equipe da casa, que, na marra, conseguia se manter no jogo. Ainda assim, a Polônia abriu 18/13, e Zé Roberto apostou na inversão 5 por 1, mandando Sheilla e Fabíola para a quadra. A oposto, como de costume, foi festejada pela torcida.
A reação, porém, não veio. A seleção ainda chegou a evitar dois break points, mas, no saque para fora de Gabi, as polonesas fecharam em 25/21.
Na mudança de lado da quadra, o jogo também se inverteu. Foi o Brasil, então, que começou a tomar o controle da partida para si. O bloqueio polonês já não funcionava tão bem. As donas da casa passaram a preferir a bola de efeito às pancadas. Deu certo. Com autoridade, a seleção de Zé Roberto aos poucos foi se distanciando no placar. Em bela bola de segundo tempo, Dani Lins fez o Brasil chegar a 14/7.
Estava tão fácil que o Brasil se permitiu relaxar por alguns instantes. Mas nada que fizesse as polonesas assustarem. A jovem Gabi se mostrava incansável, assim como Garay e Monique. Em um bloqueio, a seleção fechou em 25/17 e deixou tudo igual na partida.
O ímpeto ofensivo do início já não existia no lado da Polônia. Agora, eram as donas da casa que apareciam bem para bloquear e atacar. Juciely, cada vez mais firme na rede brasileira, mostrava força no fundamento. No ataque, era Garay quem brilhava. Com tranquilidade, o Brasil abriu nove pontos de vantagem: 14 a 5.
O massacre, então, seguiu. Do outro lado, a Polônia já não conseguia mais fazer nada para impedir que o Brasil fosse soberano em quadra. Em mais um bloqueio duplo, Gabi e Fabiana deram fim ao terceiro set e colocaram a seleção à frente (25/15).
A Polônia quis endurecer o jogo no quarto set. Ao contrário das parciais anteriores, a seleção europeia já não deixava as donas da casa dispararem no placar. Mas o Brasil guardou fôlego para o fim. Impulsionado pela torcida campineira, a seleção fechou a partida em um mais um ponto de Garay: 25/20.
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