Árbitros da federação de vôlei do PI publicam carta com reivindicações
No documento, os árbitros revelam que se afastaram da entidade e que sustentarão a decisão até que a FPV se posicione sobre as reclamações.
Os profissionais que compõe o quadro de arbitragem da Federação Piauiense de Voleibol (FPV) divulgaram uma carta pública, onde pedem esclarecimentos sobre prestação de contas, eleições e a confirmação da composição da atual diretoria da entidade. Nove árbitros assinam o documento de reivindicação.
O documento, de acordo com os árbitros, foi enviado porque o quadro de arbitragem não recebeu os esclarecimentos durante uma reunião, realizada no começo deste mês, com o presidente da FPV, Último Coelho. Sem resposta, os profissionais oficializaram suas reclamações. Algumas, aliás, afetam diretamente o quadro da atual arbitragem.
Para eles, não existe um esclarecimento sobre quem comanda a diretoria de arbitragem. Segundo Carlos César, um dos árbitros a assinar o documento, a federação vem utilizando profissionais de fora do quadro e que não são capacitados para realizar os torneios.
Estamos insatisfeitos, pois não temos direcionamento. Em algumas competições, foram utilizados árbitros de fora do nosso quadro, que não são capacitados e que foram convidados pela federação. Os árbitros se negaram a trabalhar, pois não estávamos sendo convocados pelo diretor de arbitragem, o que seria o correto,explica Carlos César.
Os árbitros revelaram que a atual diretoria de arbitragem entregou o cargo antes da realização dos circuitos de vôlei de praia realizado no mês de julho em Teresina (Regional, Sub-23 e Challenger).
No entanto, Luiz Neto, então diretor, confirmou que fez a escala arbitral depois de entregar o cargo, mas se recusou a se pronunciar sobre o que motivou seu desligamento, como também sobre quem está à frente da diretoria.
Além dessa reclamação, Carlos César disse que o quadro de arbitragem procurou reivindicar outras insatisfações, representando as pessoas ligadas ao vôlei do Piauí. Uma delas é a publicidade da última eleição, ocorrida no começo deste ano.
Os profissionais que compõe o quadro de arbitragem da Federação Piauiense de Voleibol (FPV) divulgaram uma carta pública, onde pedem esclarecimentos sobre prestação de contas, eleições e a confirmação da composição da atual diretoria da entidade. Nove árbitros assinam o documento de reivindicação.
O documento, de acordo com os árbitros, foi enviado porque o quadro de arbitragem não recebeu os esclarecimentos durante uma reunião, realizada no começo deste mês, com o presidente da FPV, Último Coelho. Sem resposta, os profissionais oficializaram suas reclamações. Algumas, aliás, afetam diretamente o quadro da atual arbitragem.
Para eles, não existe um esclarecimento sobre quem comanda a diretoria de arbitragem. Segundo Carlos César, um dos árbitros a assinar o documento, a federação vem utilizando profissionais de fora do quadro e que não são capacitados para realizar os torneios.
Estamos insatisfeitos, pois não temos direcionamento. Em algumas competições, foram utilizados árbitros de fora do nosso quadro, que não são capacitados e que foram convidados pela federação. Os árbitros se negaram a trabalhar, pois não estávamos sendo convocados pelo diretor de arbitragem, o que seria o correto, explica Carlos César.
Os árbitros revelaram que a atual diretoria de arbitragem entregou o cargo antes da realização dos circuitos de vôlei de praia realizado no mês de julho em Teresina (Regional, Sub-23 e Challenger). No entanto, Luiz Neto, então diretor, confirmou que fez a escala arbitral depois de entregar o cargo, mas se recusou a se pronunciar sobre o que motivou seu desligamento, como também sobre quem está à frente da diretoria.
Além dessa reclamação, Carlos César disse que o quadro de arbitragem procurou reivindicar outras insatisfações, representando as pessoas ligadas ao vôlei do Piauí. Uma delas é a publicidade da última eleição, ocorrida no começo deste ano.
"Vamos entrar em acordo", afirma presidente da FPV
A Federação Piauiense de Vôlei (FPV) reconheceu todas as reclamações. O presidente da entidade, Último Coelho afirmou que a reunião para esclarecimentos só não foi realizada porque o diretor de de arbitragem, Luiz Neto, que não se encontra em Teresina.
Eles (os árbitros) têm razão e vamos entrar em um acordo. Já acertei para o próximo mês a realização do curso de formação para novos árbitros. Só falta uma conversa para acertamos a data. Reconhecemos que o quadro é realmente pequeno. Mas, infelizmente, vamos continuar utilizando árbitros de fora, pois a maioria que compõe o quadro assiste ou dá aula e muitas vezes não estão disponíveis. não podemos deixar de realizar uma competição por isso explica Útimo Coelho.
Sobre as solicitações dos documentos citados na reportagem, o presidente revelou que não existe obscuridade.
O Luiz Neto realmente se desligou da diretoria alegando desgaste, e o Gugu (João Carlos) assume provisoriamente a diretoria arbitral e técnica. Tenho o edital, assim como todos os documentos solicitados. Então, temos como resolver essa situação, e vai ser resolvida- finaliza.
O documento, de acordo com os árbitros, foi enviado porque o quadro de arbitragem não recebeu os esclarecimentos durante uma reunião, realizada no começo deste mês, com o presidente da FPV, Último Coelho. Sem resposta, os profissionais oficializaram suas reclamações. Algumas, aliás, afetam diretamente o quadro da atual arbitragem.
Para eles, não existe um esclarecimento sobre quem comanda a diretoria de arbitragem. Segundo Carlos César, um dos árbitros a assinar o documento, a federação vem utilizando profissionais de fora do quadro e que não são capacitados para realizar os torneios.
Estamos insatisfeitos, pois não temos direcionamento. Em algumas competições, foram utilizados árbitros de fora do nosso quadro, que não são capacitados e que foram convidados pela federação. Os árbitros se negaram a trabalhar, pois não estávamos sendo convocados pelo diretor de arbitragem, o que seria o correto,explica Carlos César.
Os árbitros revelaram que a atual diretoria de arbitragem entregou o cargo antes da realização dos circuitos de vôlei de praia realizado no mês de julho em Teresina (Regional, Sub-23 e Challenger).
No entanto, Luiz Neto, então diretor, confirmou que fez a escala arbitral depois de entregar o cargo, mas se recusou a se pronunciar sobre o que motivou seu desligamento, como também sobre quem está à frente da diretoria.
Além dessa reclamação, Carlos César disse que o quadro de arbitragem procurou reivindicar outras insatisfações, representando as pessoas ligadas ao vôlei do Piauí. Uma delas é a publicidade da última eleição, ocorrida no começo deste ano.
Os profissionais que compõe o quadro de arbitragem da Federação Piauiense de Voleibol (FPV) divulgaram uma carta pública, onde pedem esclarecimentos sobre prestação de contas, eleições e a confirmação da composição da atual diretoria da entidade. Nove árbitros assinam o documento de reivindicação.
O documento, de acordo com os árbitros, foi enviado porque o quadro de arbitragem não recebeu os esclarecimentos durante uma reunião, realizada no começo deste mês, com o presidente da FPV, Último Coelho. Sem resposta, os profissionais oficializaram suas reclamações. Algumas, aliás, afetam diretamente o quadro da atual arbitragem.
Para eles, não existe um esclarecimento sobre quem comanda a diretoria de arbitragem. Segundo Carlos César, um dos árbitros a assinar o documento, a federação vem utilizando profissionais de fora do quadro e que não são capacitados para realizar os torneios.
Estamos insatisfeitos, pois não temos direcionamento. Em algumas competições, foram utilizados árbitros de fora do nosso quadro, que não são capacitados e que foram convidados pela federação. Os árbitros se negaram a trabalhar, pois não estávamos sendo convocados pelo diretor de arbitragem, o que seria o correto, explica Carlos César.
Os árbitros revelaram que a atual diretoria de arbitragem entregou o cargo antes da realização dos circuitos de vôlei de praia realizado no mês de julho em Teresina (Regional, Sub-23 e Challenger). No entanto, Luiz Neto, então diretor, confirmou que fez a escala arbitral depois de entregar o cargo, mas se recusou a se pronunciar sobre o que motivou seu desligamento, como também sobre quem está à frente da diretoria.
Além dessa reclamação, Carlos César disse que o quadro de arbitragem procurou reivindicar outras insatisfações, representando as pessoas ligadas ao vôlei do Piauí. Uma delas é a publicidade da última eleição, ocorrida no começo deste ano.
"Vamos entrar em acordo", afirma presidente da FPV
A Federação Piauiense de Vôlei (FPV) reconheceu todas as reclamações. O presidente da entidade, Último Coelho afirmou que a reunião para esclarecimentos só não foi realizada porque o diretor de de arbitragem, Luiz Neto, que não se encontra em Teresina.
Eles (os árbitros) têm razão e vamos entrar em um acordo. Já acertei para o próximo mês a realização do curso de formação para novos árbitros. Só falta uma conversa para acertamos a data. Reconhecemos que o quadro é realmente pequeno. Mas, infelizmente, vamos continuar utilizando árbitros de fora, pois a maioria que compõe o quadro assiste ou dá aula e muitas vezes não estão disponíveis. não podemos deixar de realizar uma competição por isso explica Útimo Coelho.
Sobre as solicitações dos documentos citados na reportagem, o presidente revelou que não existe obscuridade.
O Luiz Neto realmente se desligou da diretoria alegando desgaste, e o Gugu (João Carlos) assume provisoriamente a diretoria arbitral e técnica. Tenho o edital, assim como todos os documentos solicitados. Então, temos como resolver essa situação, e vai ser resolvida- finaliza.
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