Filha do técnico Renato Gaúcho diz que "rói as unhas" em jogo do Grêmio
Ela relembra a estreia do pai como técnico do Grêmio na nova casa tricolor: "Minha paixão aconteceu naturalmente"
Quem ouve o típico sotaque carioca sair da boca de Carol em uma das rotineiras idas à praia de Ipanema pode arriscar sem medo: é torcedora de algum dos quatro gigantes do Rio de Janeiro. Mas é só descobrir o sobrenome da menina de 19 anos para se ter certeza que o seu coração já tem dono desde a maternidade.
Filha do maior ídolo da história do Grêmio, Carol Portaluppi não desaponta o pai quando o assunto é o Tricolor gaúcho. Acompanha os jogos, torce e até rói as unhas pelo time do coração.
Desde pequena, ela foi apresentada ao clube por meio de fotos e vídeos que o próprio pai fazia questão de mostrar. Garante que nunca foi pressionada para ser gremista, mas no fundo sabe que não teve muita escolha. A paixão sempre existiu, portanto. Mas é claro que o atual momento recomenda uma devoção ainda maior. Afinal, Renato é o atual comandante do Grêmio. E mais: faz boa campanha no Brasileirão e está nas quartas de final da Copa do Brasil.
A filha fez questão de se mostrar presente em um dos momentos mais importantes dessa segunda passagem - o treinador já havia comandado o time em 2010 - do ex-camisa 7 como técnico do Grêmio. Deixou o calor do Rio e rumou para a gelada Porto Alegre no dia 14 de julho deste ano. Era a estreia do pai na novíssima Arena. Depois de ser eternizado no Olímpico, era a hora de iniciar a caminhada no bairro Humaitá.
Carol instalou-se em um dos confortáveis camarotes da Arena, não sem antes causar rebuliço por onde passava. Atrás dela, sempre um batalhão de jornalistas que disputavam o melhor clique e as escassas palavras da "filha do homem". O jogo? Ah, sim. Havia o jogo. O Grêmio encararia o Botafogo, então líder do campeonato. Dureza prometida e cumprida à risca. Renato estreou com uma sofrida vitória por 2 a 1, com dois gols de Vargas.
Fiquei supernervosa. Roí todas as minhas unhas e machuquei o meu joelho de tanto pular com os gols - contou Carol
A empatia com a imponente Arena foi imediata. Carol garante que se sentiu em casa e que recebeu carinho semelhante ao destinado a Renato por cada gremista presente no estádio. Depois da suada vitória, ainda restou tempo para um afago no pai.
Foi emocionante e lindo! O estádio estava muito cheio. Tirei muitas fotos, e a recepção da torcida comigo foi calorosa. Todos tiveram um carinho e respeito muito grandes. O estádio está lindo, de Primeiro Mundo. Tudo bem-feito nos mínimos detalhes. Depois do jogo, ainda fui parabenizar o meu pai e os jogadores - disse a menina, que sentou ao lado do técnico na entrevista coletiva.
Mas a relação entre Carol e o Grêmio não iniciou de repente, por conta do emprego do pai. Ela foi moldada muito pela trajetória de Renato no clube, é claro. Mas ganhou vida própria dentro da rotina de Carol. Mesmo com o ídolo gremista longe de Porto Alegre, treinando outras equipes, a paixão seguia imaculada. Ela não admitia mudar de time. Batia o pé. Com o Grêmio onde o Grêmio estivesse.
Eu tenho uma relação de carinho com o Grêmio. É muito especial pela história do meu pai dentro do clube. Todos me tratam com muito respeito. Assisto aos jogos. Meu pai sempre me mostrou vídeos e fotos falando dele no Grêmio, apresentou os jogadores que atuaram com ele. Mas nunca me pressionou. A minha paixão aconteceu naturalmente - garantiu.
E o torcedor gremista pode se animar. Carol pretende voltar à Arena. E não deve demorar muito.
Quero voltar lá. Se possível, ainda em setembro.
Filha do maior ídolo da história do Grêmio, Carol Portaluppi não desaponta o pai quando o assunto é o Tricolor gaúcho. Acompanha os jogos, torce e até rói as unhas pelo time do coração.
Desde pequena, ela foi apresentada ao clube por meio de fotos e vídeos que o próprio pai fazia questão de mostrar. Garante que nunca foi pressionada para ser gremista, mas no fundo sabe que não teve muita escolha. A paixão sempre existiu, portanto. Mas é claro que o atual momento recomenda uma devoção ainda maior. Afinal, Renato é o atual comandante do Grêmio. E mais: faz boa campanha no Brasileirão e está nas quartas de final da Copa do Brasil.
A filha fez questão de se mostrar presente em um dos momentos mais importantes dessa segunda passagem - o treinador já havia comandado o time em 2010 - do ex-camisa 7 como técnico do Grêmio. Deixou o calor do Rio e rumou para a gelada Porto Alegre no dia 14 de julho deste ano. Era a estreia do pai na novíssima Arena. Depois de ser eternizado no Olímpico, era a hora de iniciar a caminhada no bairro Humaitá.
Carol instalou-se em um dos confortáveis camarotes da Arena, não sem antes causar rebuliço por onde passava. Atrás dela, sempre um batalhão de jornalistas que disputavam o melhor clique e as escassas palavras da "filha do homem". O jogo? Ah, sim. Havia o jogo. O Grêmio encararia o Botafogo, então líder do campeonato. Dureza prometida e cumprida à risca. Renato estreou com uma sofrida vitória por 2 a 1, com dois gols de Vargas.
Fiquei supernervosa. Roí todas as minhas unhas e machuquei o meu joelho de tanto pular com os gols - contou Carol
A empatia com a imponente Arena foi imediata. Carol garante que se sentiu em casa e que recebeu carinho semelhante ao destinado a Renato por cada gremista presente no estádio. Depois da suada vitória, ainda restou tempo para um afago no pai.
Foi emocionante e lindo! O estádio estava muito cheio. Tirei muitas fotos, e a recepção da torcida comigo foi calorosa. Todos tiveram um carinho e respeito muito grandes. O estádio está lindo, de Primeiro Mundo. Tudo bem-feito nos mínimos detalhes. Depois do jogo, ainda fui parabenizar o meu pai e os jogadores - disse a menina, que sentou ao lado do técnico na entrevista coletiva.
Mas a relação entre Carol e o Grêmio não iniciou de repente, por conta do emprego do pai. Ela foi moldada muito pela trajetória de Renato no clube, é claro. Mas ganhou vida própria dentro da rotina de Carol. Mesmo com o ídolo gremista longe de Porto Alegre, treinando outras equipes, a paixão seguia imaculada. Ela não admitia mudar de time. Batia o pé. Com o Grêmio onde o Grêmio estivesse.
Eu tenho uma relação de carinho com o Grêmio. É muito especial pela história do meu pai dentro do clube. Todos me tratam com muito respeito. Assisto aos jogos. Meu pai sempre me mostrou vídeos e fotos falando dele no Grêmio, apresentou os jogadores que atuaram com ele. Mas nunca me pressionou. A minha paixão aconteceu naturalmente - garantiu.
E o torcedor gremista pode se animar. Carol pretende voltar à Arena. E não deve demorar muito.
Quero voltar lá. Se possível, ainda em setembro.
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