Ex-homem mais rápido do mundo sai da prisão e dá aulas para crianças
Tim Montgomery quebrou recorde mundial em 2002, mas foi suspenso por doping e foi preso após fraude bancária e ser flagrado vendendo drogas
Àquela altura, Tim Montgomery era a versão americana de Usain Bolt. Em 2002, correu 9s78 e passou a ser o homem mais rápido do mundo.
Mas, tão rápida quanto sua ascensão, foi a queda. Envolvido com doping, Montogmery perdeu suas medalhas conquistadas depois de 2001, seus recordes e foi banido do esporte por dois anos, anunciando a aposentadoria na sequência.
Depois, acusado de fraude bancária e flagrado vendendo drogas, foi condenado à prisão, em uma sentença superior a nove anos.
Hoje, porém, Montgomery apressa sua recuperação. Por bom comportamento, o americano foi liberado após passar quatro anos e meio na prisão.
Depois de treinar outros detentos e até mesmo guardas de sua penitenciária, o ex-velocista dá aulas para crianças na Flórida.
Em entrevista ao site do jornal americano "USA Today", o ex-homem mais rápido do mundo diz estar tentando reagir.
Estou tentando voltar ao ponto onde Tim Montgomery foi punido com uma largada falsa, está de volta aos blocos e está vencendo a corrida. Eu não perdi na primeira parte da minha vida. Eu apenas fiz uma escolha errada. Mas eu não vou perder a segunda parte da minha vida.
Atualmente, Montgomery dá aulas para 80 crianças. Cobra US$ 50 por hora para aulas privadas e US$ 35 para grupos. No início, enfrentou a resistência dos pais. Depois, porém, conseguiu convencê-los de que havia mudado.
Ele é apenas uma pessoa genuína, com um grande coração. Não mudamos de opinião depois disse Brenda Wawers, que levou seu filho, que nasceu com problemas em uma das pernas, para treinar com o ex-recordista mundial.
Ex-recordista mundial dos 100m e ex-namorado de Marion Jones, que perdeu as cinco medalhas que conquistou em Sydney e foi presa por mentir a investigadores, Montgomery foi suspenso por dois anos por doping. O ex-corredor, atualmente com 38 anos, admitiu ter usado substâncias proibidas nos Jogos Olímpicos de 2000, quando conquistou o ouro no revezamento com os EUA, à frente do Brasil.
Após a admissão do doping, as autoridades brasileiras tentaram herdar o ouro da prova, sem sucesso. Montgomery não participou da final, mas disputou as eliminatórias. O americano chegou a sonhar com um lugar nos Jogos de Londres, mas não foi liberado da prisão a tempo de tentar o índice.
Mas, tão rápida quanto sua ascensão, foi a queda. Envolvido com doping, Montogmery perdeu suas medalhas conquistadas depois de 2001, seus recordes e foi banido do esporte por dois anos, anunciando a aposentadoria na sequência.
Depois, acusado de fraude bancária e flagrado vendendo drogas, foi condenado à prisão, em uma sentença superior a nove anos.
Hoje, porém, Montgomery apressa sua recuperação. Por bom comportamento, o americano foi liberado após passar quatro anos e meio na prisão.
Depois de treinar outros detentos e até mesmo guardas de sua penitenciária, o ex-velocista dá aulas para crianças na Flórida.
Em entrevista ao site do jornal americano "USA Today", o ex-homem mais rápido do mundo diz estar tentando reagir.
Estou tentando voltar ao ponto onde Tim Montgomery foi punido com uma largada falsa, está de volta aos blocos e está vencendo a corrida. Eu não perdi na primeira parte da minha vida. Eu apenas fiz uma escolha errada. Mas eu não vou perder a segunda parte da minha vida.
Atualmente, Montgomery dá aulas para 80 crianças. Cobra US$ 50 por hora para aulas privadas e US$ 35 para grupos. No início, enfrentou a resistência dos pais. Depois, porém, conseguiu convencê-los de que havia mudado.
Ele é apenas uma pessoa genuína, com um grande coração. Não mudamos de opinião depois disse Brenda Wawers, que levou seu filho, que nasceu com problemas em uma das pernas, para treinar com o ex-recordista mundial.
Ex-recordista mundial dos 100m e ex-namorado de Marion Jones, que perdeu as cinco medalhas que conquistou em Sydney e foi presa por mentir a investigadores, Montgomery foi suspenso por dois anos por doping. O ex-corredor, atualmente com 38 anos, admitiu ter usado substâncias proibidas nos Jogos Olímpicos de 2000, quando conquistou o ouro no revezamento com os EUA, à frente do Brasil.
Após a admissão do doping, as autoridades brasileiras tentaram herdar o ouro da prova, sem sucesso. Montgomery não participou da final, mas disputou as eliminatórias. O americano chegou a sonhar com um lugar nos Jogos de Londres, mas não foi liberado da prisão a tempo de tentar o índice.
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