Chefe da Ferrari diz: que Kimi e Alonso são as melhores combinações da F-1
Ex-diretor técnico de escuderia italiana discorda da escolha pelo finlandês: "Ele não se porta como um atleta, e talento não basta para ser campeão de F-1"
Após sair da Ferrari, em 2009, pela porta de trás, Kimi Raikkonen está de volta ao time de Maranello. De acordo com o chefe da equipe, Stefano Domenicali, o finlandês retorna à escuderia “mais piloto” do que ele era quando saiu.
O dirigente acredita as coisas são diferentes agora e que o gênio e a falta de liderança técnica, que fizeram Raikkonen ficar na “geladeira” em 2010, não serão problemas. A certeza do chefe viria do diretor técnico James Alisson, que trabalhou com Kimi na Lotus e ressaltou a contribuição do “Iceman” no desenvolvimento do chassi da equipe.
Trabalhamos com Kimi entre 2007 e 2009, e nunca tivemos problemas. É claro que cada um tem um jeito diferente. Não se pode esperar que um finlandês comece a contar piadas em italiano ou banque o palhaço. Honestamente, creio que a combinação do estilo expressivo e latino de Fernando, e o jeitão do Kimi, parece agradar a muitos.
Com relação ao lado técnico, não só sabemos o quanto Kimi pode contribuir massivamente para o desenvolvimento em 2014, mas como também tenho informações, de James Allison, de sua evolução – revela Domenicali.
A decisão da Ferrari, de pôr dois campeões juntos, tem gerado opiniões distintas sobre os conflitos políticos que isso pode causar. Contudo, Domenicali insiste que o time não terá problemas para lidar com a situação.
Só posso dizer que a combinação entre Fernando e Kimi é a melhor que pode haver na F-1 hoje em dia. Para quem pensa que a contratação de Kimi é algo contra o Alonso, eu posso garantir que não. Todos sabem que na Ferrari o interesse principal é no time e depois no indivíduo.
Ex-diretor esportivo discorda da contratação de Raikkonen
Se Domenicali vê Raikkonen como a peça certa para o quebra cabeça da Ferrari, O ex-diretor esportivo da equipe italiana, Cesare Fiorio, discorda. Fiorio acredita que o finlandês não é o homem certo para o time, e crê que seria melhor ter investido em um jovem piloto. Além disso, o ex-diretor afirma que o “Homem de Gelo” não se porta como um atleta, o que seria um fator fundamental para um piloto se tornar campeão.
Não sou muito fã desta contratação. Eu admiro o talento dele, mas não concordo com seu estilo de vida e suas qualidades técnicas. Ele não teria sido minha primeir escolha. Creio que essa seja uma opção conservadora. Eu teria escolhido um piloto emergente, ao invés de um em fim de carreira. Ele não se porta como um atleta, e talento não basta para ser campeão de Fórmula 1.
É necessário esforço físico, técnico e psicológico e, até onde sei, ele o tipo de cara que pega suas coisas e vai embora logo após as atividades. Eu não sei o quanto ele será capaz de contribuir para a parte técnica – afirma Fiorio ao jornal italiano “Gazzetta dello Sport”.
Apesar de discordar de certos fatores relacionados ao piloto da Lotus, o ex-dirigente, que trabalhou na Ferrari entre 1989 e 1991, vê, diferentemente da maioria, a chegada de Kimi como algo benéfico ao novo companheiro, Fernando Alonso.
Não vejo problemas em trabalharem juntos. Em todo o caso, a nova dupla será a mais forte de 2014. A dupla da Mercedes chega perto, mas Rosberg é muito inconsistente. Ele faz coisas excepcionais e depois desaparece. Em minha opinião, Alonso está feliz, pois ele será valorizado ao superar Raikkonen – conclui.
O dirigente acredita as coisas são diferentes agora e que o gênio e a falta de liderança técnica, que fizeram Raikkonen ficar na “geladeira” em 2010, não serão problemas. A certeza do chefe viria do diretor técnico James Alisson, que trabalhou com Kimi na Lotus e ressaltou a contribuição do “Iceman” no desenvolvimento do chassi da equipe.
Trabalhamos com Kimi entre 2007 e 2009, e nunca tivemos problemas. É claro que cada um tem um jeito diferente. Não se pode esperar que um finlandês comece a contar piadas em italiano ou banque o palhaço. Honestamente, creio que a combinação do estilo expressivo e latino de Fernando, e o jeitão do Kimi, parece agradar a muitos.
Com relação ao lado técnico, não só sabemos o quanto Kimi pode contribuir massivamente para o desenvolvimento em 2014, mas como também tenho informações, de James Allison, de sua evolução – revela Domenicali.
A decisão da Ferrari, de pôr dois campeões juntos, tem gerado opiniões distintas sobre os conflitos políticos que isso pode causar. Contudo, Domenicali insiste que o time não terá problemas para lidar com a situação.
Só posso dizer que a combinação entre Fernando e Kimi é a melhor que pode haver na F-1 hoje em dia. Para quem pensa que a contratação de Kimi é algo contra o Alonso, eu posso garantir que não. Todos sabem que na Ferrari o interesse principal é no time e depois no indivíduo.
Ex-diretor esportivo discorda da contratação de Raikkonen
Se Domenicali vê Raikkonen como a peça certa para o quebra cabeça da Ferrari, O ex-diretor esportivo da equipe italiana, Cesare Fiorio, discorda. Fiorio acredita que o finlandês não é o homem certo para o time, e crê que seria melhor ter investido em um jovem piloto. Além disso, o ex-diretor afirma que o “Homem de Gelo” não se porta como um atleta, o que seria um fator fundamental para um piloto se tornar campeão.
Não sou muito fã desta contratação. Eu admiro o talento dele, mas não concordo com seu estilo de vida e suas qualidades técnicas. Ele não teria sido minha primeir escolha. Creio que essa seja uma opção conservadora. Eu teria escolhido um piloto emergente, ao invés de um em fim de carreira. Ele não se porta como um atleta, e talento não basta para ser campeão de Fórmula 1.
É necessário esforço físico, técnico e psicológico e, até onde sei, ele o tipo de cara que pega suas coisas e vai embora logo após as atividades. Eu não sei o quanto ele será capaz de contribuir para a parte técnica – afirma Fiorio ao jornal italiano “Gazzetta dello Sport”.
Apesar de discordar de certos fatores relacionados ao piloto da Lotus, o ex-dirigente, que trabalhou na Ferrari entre 1989 e 1991, vê, diferentemente da maioria, a chegada de Kimi como algo benéfico ao novo companheiro, Fernando Alonso.
Não vejo problemas em trabalharem juntos. Em todo o caso, a nova dupla será a mais forte de 2014. A dupla da Mercedes chega perto, mas Rosberg é muito inconsistente. Ele faz coisas excepcionais e depois desaparece. Em minha opinião, Alonso está feliz, pois ele será valorizado ao superar Raikkonen – conclui.
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