Brasil passeia em cima do Chile na estreia no Sul Americano
Com vitória por 3 sets a 0 diante do time infanto do rival, e em pouco mais de 40 minutos, time de Zé vê chilenas marcarem apenas 19 pontos no total.
A facilidade já era esperada. De um lado, a seleção brasileira, bicampeã olímpica e recheada de estrelas. Do outro, meninas chilenas de 15 a 18 anos, infanto e juvenis, em seu primeiro Sul-Americano de vôlei e com quase nenhuma bagagem internacional. Na estreia da competição em Ica, no Peru, aconteceu o óbvio. Mesmo dosando o ritmo, poupando jogadoras e colocando todas em quadra, o Brasil atropelou o Chile por 3 sets a 0 (parciais de 25/10, 25/5 e 25/4), deixando as chilenas somarem ao todo, com os três sets juntos, 19 pontos, o que não seria o suficiente nem para "vencer" um set de jogo.
Juciely, do Brasil, foi a maior pontuadora da partida, com 13 pontos, seguida por Thaisa, com 11. Do lado do Chile, Catalina Melo fez três pontos, quase o montante total do terceiro set da equipe andina, quando as chilenas anotaram quatro pontos.
Sabíamos que seria um jogo mais fácil. As meninas do Chile são muito novas, algumas infanto ainda, mas também sabemos que daqui para frente as coisas se complicam um pouco. Somos favoritas, mas temos que saber jogar com isso para conseguirmos a vaga no Mundial da Itália, no ano que vem. De agora em diante, nos outros quatro jogos, não teremos tanta moleza, a começar pela Colômbia, que tem jogadoras experientes em quadra - disse Sheilla, que com a ausência de Fabiana, poupada, entrou como capitã da seleção.
Nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), o Brasil enfrenta a Colômbia no segundo desafio do Sul-Americano feminino de vôlei. O título vale para o país uma vaga na Copa dos Campeões intercontinentais, que acontece em novembro, no Japão, além do principal objetivo, a primeira vaga da América do Sul no Mundial da Itália, em 2014, no segundo semestre. O Sul-Americano é disputado em pontos corridos, e as seis seleções se enfrentam em cinco dias de jogos. Quem somar mais pontos fica com a taça e as duas vagas.
Passeio no primeiro set
Para o primeiro duelo, diante das chilenas, que vieram com jogadoras do time infanto e juvenil, José Roberto Guimarães resolveu poupar duas de suas principais peças. A capitã Fabiana e a líbero Fabi, duas das mais experientes do time e bicampeãs olímpicas, assistiram ao jogo das arquibancadas. Mesmo assim, grande parte do time titular começou jogando, com Sheilla, Thaisa, Dani Lins e Fernanda Garay.
Com pouco mais de cinco minutos, as brasileiras já abriram 8/3 no marcador, indo bem à frente no primeiro tempo técnico. Com Gabi e Garay explorando bem as pontas e fugindo do bloqueio, a seleção chegava fácil. Do outro lado, as chilenas tinham dificuldade para passar pelo bloqueio, e os poucos pontos que fizeram foram explorando a defesa brasileira. A velocidade do time verde e amarelo era demais para o Chile. Sem bloqueio, Garay, Juciely e Thaisa cravavam sem dificuldade.
Juciely, do Brasil, foi a maior pontuadora da partida, com 13 pontos, seguida por Thaisa, com 11. Do lado do Chile, Catalina Melo fez três pontos, quase o montante total do terceiro set da equipe andina, quando as chilenas anotaram quatro pontos.
Sabíamos que seria um jogo mais fácil. As meninas do Chile são muito novas, algumas infanto ainda, mas também sabemos que daqui para frente as coisas se complicam um pouco. Somos favoritas, mas temos que saber jogar com isso para conseguirmos a vaga no Mundial da Itália, no ano que vem. De agora em diante, nos outros quatro jogos, não teremos tanta moleza, a começar pela Colômbia, que tem jogadoras experientes em quadra - disse Sheilla, que com a ausência de Fabiana, poupada, entrou como capitã da seleção.
Imagem: Reprodução
Brasileiras comemoram mais um ponto em duelo fácil diante do Chile.
Brasileiras comemoram mais um ponto em duelo fácil diante do Chile.Nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), o Brasil enfrenta a Colômbia no segundo desafio do Sul-Americano feminino de vôlei. O título vale para o país uma vaga na Copa dos Campeões intercontinentais, que acontece em novembro, no Japão, além do principal objetivo, a primeira vaga da América do Sul no Mundial da Itália, em 2014, no segundo semestre. O Sul-Americano é disputado em pontos corridos, e as seis seleções se enfrentam em cinco dias de jogos. Quem somar mais pontos fica com a taça e as duas vagas.
Passeio no primeiro set
Para o primeiro duelo, diante das chilenas, que vieram com jogadoras do time infanto e juvenil, José Roberto Guimarães resolveu poupar duas de suas principais peças. A capitã Fabiana e a líbero Fabi, duas das mais experientes do time e bicampeãs olímpicas, assistiram ao jogo das arquibancadas. Mesmo assim, grande parte do time titular começou jogando, com Sheilla, Thaisa, Dani Lins e Fernanda Garay.
Com pouco mais de cinco minutos, as brasileiras já abriram 8/3 no marcador, indo bem à frente no primeiro tempo técnico. Com Gabi e Garay explorando bem as pontas e fugindo do bloqueio, a seleção chegava fácil. Do outro lado, as chilenas tinham dificuldade para passar pelo bloqueio, e os poucos pontos que fizeram foram explorando a defesa brasileira. A velocidade do time verde e amarelo era demais para o Chile. Sem bloqueio, Garay, Juciely e Thaisa cravavam sem dificuldade.
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