Estilista filha de Dunga herda jeito do pai na profissão
Gabriela Verri não comanda 11 jogadores em campo, mas leva a experiência e a cultura adquiridas com a carreira do pai para o seu trabalho.
Gabriela Verri não comanda 11 jogadores em campo, mas leva a experiência e a cultura adquiridas com a carreira do pai para o seu trabalho. Filha do técnico Dunga, a estilista de 27 anos passou por países como Itália e Japão quando técnico do Inter ainda era jogador. De lá, trouxe a bagagem e a curiosidade para se tornar a profissional que é atualmente. Do pai, ela diz: herdou o detalhismo e a curiosidade.
- Sou detalhista e curiosa. Herdei isso dele. Gosto de misturar malha com couro, prene com pele e é o que dá mais trabalho para as costureiras. Mas sou bem persistente com as coisas. Às vezes não dá certo mas vou até o fim - diz Gabriela.
A escolha da profissão não foi algo difícil de ser aceita pelo pai. Na infância, ela já mostrava a identificação com os tecidos e cores. Alguns anos depois, o destino foi então Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, para o curso superior de moda. Dunga fez questão de ir à cidade para ajudar na instalação da filha na nova vida.
- Desde pequena eu gostava de imaginar roupas pra mim. Eu pulei aquela fase de fazer roupas para boneca e já imaginava as roupas para eu usar. O pai sempre me apoiou muito. Apesar dele vir de uma família tradicional do interior foi super tranquilo. Ele e minha mãe acompanharam minhas criações sempre e a ida para a faculdade de moda acabou sendo natural. Foram até comigo escolher o local para ficar, pois tive que me mudar cursar. Não teve choque - afirma Gabriela.
aprimoramento continuou na Itália por três meses. Gabriela seguiu para o país logo depois da Copa do Mundo de 2010 onde estagiou no estúdio de criação Rocco Barroco. Recém saído do comando da seleção brasileira, Dunga acompanhou a filha ao lado da esposa à Europa, passando alguns dias com a herdeira por lá. O Mundial, aliás, causou uma polêmica envolvendo o nome da jovem estilista. Ela foi apontada como a responsável pelas famosas roupas do pai à beira gramado.
- Como fazia moda e ele acabou comentando sobre mim passaram a dizer que eu vestia ele. Dei apenas um presente e virou uma bola de neve - conta Gabriela.
Gabriela conta que nunca orientou o pai sobre o que vestir. De acordo com ela, eram apenas alguns presentes que dava a ele. Um deles, uma camisa rosa, foi bastante usada por Dunga durante a disputa na África do Sul.
- Sou detalhista e curiosa. Herdei isso dele. Gosto de misturar malha com couro, prene com pele e é o que dá mais trabalho para as costureiras. Mas sou bem persistente com as coisas. Às vezes não dá certo mas vou até o fim - diz Gabriela.
A escolha da profissão não foi algo difícil de ser aceita pelo pai. Na infância, ela já mostrava a identificação com os tecidos e cores. Alguns anos depois, o destino foi então Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, para o curso superior de moda. Dunga fez questão de ir à cidade para ajudar na instalação da filha na nova vida.
- Desde pequena eu gostava de imaginar roupas pra mim. Eu pulei aquela fase de fazer roupas para boneca e já imaginava as roupas para eu usar. O pai sempre me apoiou muito. Apesar dele vir de uma família tradicional do interior foi super tranquilo. Ele e minha mãe acompanharam minhas criações sempre e a ida para a faculdade de moda acabou sendo natural. Foram até comigo escolher o local para ficar, pois tive que me mudar cursar. Não teve choque - afirma Gabriela.
aprimoramento continuou na Itália por três meses. Gabriela seguiu para o país logo depois da Copa do Mundo de 2010 onde estagiou no estúdio de criação Rocco Barroco. Recém saído do comando da seleção brasileira, Dunga acompanhou a filha ao lado da esposa à Europa, passando alguns dias com a herdeira por lá. O Mundial, aliás, causou uma polêmica envolvendo o nome da jovem estilista. Ela foi apontada como a responsável pelas famosas roupas do pai à beira gramado.
- Como fazia moda e ele acabou comentando sobre mim passaram a dizer que eu vestia ele. Dei apenas um presente e virou uma bola de neve - conta Gabriela.
Gabriela conta que nunca orientou o pai sobre o que vestir. De acordo com ela, eram apenas alguns presentes que dava a ele. Um deles, uma camisa rosa, foi bastante usada por Dunga durante a disputa na África do Sul.
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Aos 15 minutos, Lee Kangin recebeu a bola e arriscou um chute para dentro da área, porém, contou com a defesa do goleiro Kovář.










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