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Jogador Oscar diz não se incomodar: "Não tenho problema em aparecer"

Meia admite que "se segura mais" no esquema de Felipão para ajudar na marcação. "Todo mundo vai aparecer na hora certa", diz o ex-colorado

Oscar sempre foi um jogador de uma chegada forte na área, acostumado a fazer gols. Foi assim que ele apareceu no São Paulo, deslanchou no Internacional e brilha no Chelsea atualmente.

Na seleção brasileira, no entanto, o camisa 11 vem fazendo uma função um pouco diferente. No esquema de Felipão, com três atacantes, ele joga um pouco mais recuado, tem a missão de municiar os homens de frente, mas também precisa marcar. Na Copa das Confederações, por exemplo, não marcou gols.

A última vez que Oscar balançou as redes com a camisa da Seleção foi no amistoso contra a França, em junho, em Porto Alegre. Nada, porém, que o incomode. Ele garante estar satisfeito com a função, mesmo aparecendo menos para os torcedores.

É um pouco diferente (da maneira que ele está acostumado a jogar). Acabo segurando um pouco mais. Os times jogam muito fechados contra o Brasil. É difícil jogar pelo meio. Quem joga aberto aparece muito mais. Também faço uma função importante, que é marcar. Não tenho problema em aparecer mais ou menos. Todo mundo vai aparecer na hora certa. O que importa é sermos campeões.

No esquema de Luiz Felipe Scolari, com dois volantes e três atacantes, Oscar é o único homem na armação. O meia do Chelsea, no entanto, garante não estar sobrecarregado e cita a campanha brasileira na conquista da Copa das Confederações como exemplo.

Não sobrecarrega. Sou um dos que arma pelo meio. Nosso time também trabalha muito pelas laterais. Os laterais são muito importantes no ataque, assim como os atacantes que caem pelos lados. Essa formação deu certo. Fizemos muitos gols na Copa das Confederações. Vou seguir fazendo meu papel na armação.

Oscar ainda ressaltou que vem aprimorando a parte tática. Ele citou e elogiou os treinadores que teve na Seleção e destacou seu atual técnico no Chelsea, José Mourinho.

São todos grandes treinadores. Aprendi muito com cada um deles. Aprendi com o Mano (Menezes) no meu início na Seleção. Agora aprendo muito com o Felipão e com o Mourinho. Isso me ajuda a crescer mais.
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