Torcida invade treino da Ponte e vai ao vestiário para cobrar jogadores
Cerca de 30 integrantes de uma organizada da Macaca fazem protesto pacífico nas arquibancadas do Majestoso na manhã desta sexta-feira.
A Ponte Preta viveu mais um dia de tensão nesta sexta-feira. Depois de elenco e diretoria lavarem a roupa suja na quinta, com direito a bate-boca entre atletas, foi a vez de a torcida protestar contra a má fase no Campeonato Brasileiro.
Cerca de 30 integrantes de uma organizada invadiram o treino no Estádio Moisés Lucarelli e ficaram na arquibancada pacificamente. Após o trabalho, um grupo foi ao vestiário cobrar o elenco, também sem violência.
A primeira parte atividade foi fechada. Do lado de fora, torcedores estenderam uma faixa com os dizeres "Ponte: ame-a ou deixe-a" para externar a insatisfação com a campanha alvinegra. Quando o portão abriu para um carro passar, o grupo aproveitou a brecha para entrar e se direcionou à arquibancada, onde entoou gritos contra o executivo de futebol Ocimar Bolicenho e alguns atletas, pedindo comprometimento.
O técnico Jorginho se direcionou até o alambrado para conversar. O técnico acredita que o momento é de apoiar o elenco. O trabalho continuou sob o protesto dos torcedores, que, aleatoriamente, murcharam os pneus de alguns veículos.
Com o consentimento da diretoria, um grupo menor, com 12 integrantes, foi liberado para ir ao vestiário conversar diretamente com os atletas. Apesar dos ânimos exaltados, não houve violência em nenhum momento. O atacante William, um dos únicos poupados pela torcida, tentava acalmar a situação. O papo foi acompanhado pelo gerente Marcus Vinícius e por seguranças da Ponte. O recado foi de que é obrigação vencer o Internacional, neste sábado, em Campinas. Caso contrário, a pressão será ainda maior.
A revolta da torcida é fruto do momento da Macaca no Brasileirão. A Ponte está em queda livre. São cinco derrotas consecutivas. Com 15 pontos, está afundada na zona de rebaixamento. Em crise, o time volta a campo sábado para enfrentar o Internacional, às 18h30, no Majestoso.
O ambiente ruim já havia sido revelado pelo goleiro Roberto na última quarta, quando a Ponte perdeu por 2 a 1 para a Portuguesa no Canindé. Na oportunidade, o camisa 1 desabafou e criticou a postura da equipe em campo, insinuando corpo mole.
Cerca de 30 integrantes de uma organizada invadiram o treino no Estádio Moisés Lucarelli e ficaram na arquibancada pacificamente. Após o trabalho, um grupo foi ao vestiário cobrar o elenco, também sem violência.
A primeira parte atividade foi fechada. Do lado de fora, torcedores estenderam uma faixa com os dizeres "Ponte: ame-a ou deixe-a" para externar a insatisfação com a campanha alvinegra. Quando o portão abriu para um carro passar, o grupo aproveitou a brecha para entrar e se direcionou à arquibancada, onde entoou gritos contra o executivo de futebol Ocimar Bolicenho e alguns atletas, pedindo comprometimento.
O técnico Jorginho se direcionou até o alambrado para conversar. O técnico acredita que o momento é de apoiar o elenco. O trabalho continuou sob o protesto dos torcedores, que, aleatoriamente, murcharam os pneus de alguns veículos.
Com o consentimento da diretoria, um grupo menor, com 12 integrantes, foi liberado para ir ao vestiário conversar diretamente com os atletas. Apesar dos ânimos exaltados, não houve violência em nenhum momento. O atacante William, um dos únicos poupados pela torcida, tentava acalmar a situação. O papo foi acompanhado pelo gerente Marcus Vinícius e por seguranças da Ponte. O recado foi de que é obrigação vencer o Internacional, neste sábado, em Campinas. Caso contrário, a pressão será ainda maior.
A revolta da torcida é fruto do momento da Macaca no Brasileirão. A Ponte está em queda livre. São cinco derrotas consecutivas. Com 15 pontos, está afundada na zona de rebaixamento. Em crise, o time volta a campo sábado para enfrentar o Internacional, às 18h30, no Majestoso.
O ambiente ruim já havia sido revelado pelo goleiro Roberto na última quarta, quando a Ponte perdeu por 2 a 1 para a Portuguesa no Canindé. Na oportunidade, o camisa 1 desabafou e criticou a postura da equipe em campo, insinuando corpo mole.
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