Adílson pede a chegada de quinto jogador estrangeiro no Vasco
A goleada do Vasco da Gama sobre o Friburguense por 6 a 0, na noite do último domingo, elevou confiança e moral ao elenco cruzmaltino para engrenar na temporada de 2014.
A goleada do Vasco da Gama sobre o Friburguense por 6 a 0, na noite do último domingo, elevou confiança e moral ao elenco cruzmaltino para engrenar na temporada de 2014. Já o técnico Adílson Batista espera mais da diretoria do clube de São Januário: um novo reforço “gringo” ao seu grupo.
Com a mudança no artigo 45 do Regulamento Geral das Competições, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) passou a permitir que os clubes tenham até cinco atletas estrangeiros nas suas partidas, dentre os relacionados na súmula, a partir deste ano. Até então era permitido somente três jogadores em competições nacionais.
Contando atualmente com os estrangeiros Guiñazu, Montoya, Aranda e Martín Silva, o treinador vislumbra a possibilidade de mais um reforço internacional para a nau vascaína. Mais contido, o diretor-executivo de futebol Rodrigo Caetano afirmou que não tinha nada para falar sobre o assunto.
“Daqui a pouco vamos para o quinto, né, Rodrigo (Caetano)”, falou Batista olhando para o lado, em direção ao dirigente, que não esboçou nenhuma reação. “Há vários jogadores estrangeiros que se destacaram no nosso país e que nós acompanhamos. Gosto de observar, e temos que ficar atentos nesse mercado para quando as oportunidades aparecem. Todos quatro têm sido importantes”, completou o técnico, que espera ter o peruano Luís Ramirez, atualmente no Corinthians, em seu grupo.
Segundo Batista, ainda é cedo para afirmar que o grupo está pronto. Para ele ainda é preciso mais trabalho para que os jogadores evoluam aos poucos. O comandante diz não se preocupar com as vaias da torcida e que o momento é de trabalho. Ele aproveitou para fazer um balanço das três primeiras rodadas.
“Ainda é cedo (para fechar o grupo). Não estava preocupado com vaias, questionamentos, com a posição no campeonato. Era normal pelo início do trabalho. Trabalhamos para vencer. Fizemos um bom primeiro jogo (contra o Boavista) e poderíamos ter vencido. Mas contra o Macaé, tivemos dificuldades, foi um jogo sonolento e preguiçoso, com jogador a mais durante 23 minutos, não conseguimos, não tivemos capacidade para rodar", disse.
saiba mais
Vasco dá show contra Friburguense e vence a primeira no Carioca
"Contra o Friburguense fizemos um bom jogo e fomos convincentes, fizemos por merecer a vitória. Isso é um processo normal, com jogadores chegando, algumas trocas, e sistema diferente. A situação é outra, tem coisas que atrapalham rendimento, então tem que ter paciência. Temos que seguir evoluindo e trabalhando”, ressaltou.
Sobre o retorno de Pedro Ken, que não disputou a terceira rodada do Estadual, por estar suspenso, e de outros reforços como Diego Renan, que está lesionado e sob os cuidados do departamento médico, Batista espera o decorrer da semana para saber quem escalar para a próxima partida contra o Audax-RJ.
“Tenho que aguardar o departamento médicoe os fisiologistas, para ver como estão os demais jogadores. Ainda vou conversar com a fisiologia, com o preparador físico. Alguns podem não entender, mas é normal a troca de jogadores em outros lugares. Vamos conversar e ver como vamos armar a equipe para a próxima partida. Temos segunda, terça, ... para decidir”, concluiu o treinador deixando em aberto a escalação do time.
O Vasco entra em campo na próxima quarta-feira, às 19h30, contra o Audax-RJ, pela quarta rodada do Campeonato Carioca, no Estádio Raulino Oliveira, em Volta Redonda.
Com a mudança no artigo 45 do Regulamento Geral das Competições, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) passou a permitir que os clubes tenham até cinco atletas estrangeiros nas suas partidas, dentre os relacionados na súmula, a partir deste ano. Até então era permitido somente três jogadores em competições nacionais.
Contando atualmente com os estrangeiros Guiñazu, Montoya, Aranda e Martín Silva, o treinador vislumbra a possibilidade de mais um reforço internacional para a nau vascaína. Mais contido, o diretor-executivo de futebol Rodrigo Caetano afirmou que não tinha nada para falar sobre o assunto.
“Daqui a pouco vamos para o quinto, né, Rodrigo (Caetano)”, falou Batista olhando para o lado, em direção ao dirigente, que não esboçou nenhuma reação. “Há vários jogadores estrangeiros que se destacaram no nosso país e que nós acompanhamos. Gosto de observar, e temos que ficar atentos nesse mercado para quando as oportunidades aparecem. Todos quatro têm sido importantes”, completou o técnico, que espera ter o peruano Luís Ramirez, atualmente no Corinthians, em seu grupo.
Segundo Batista, ainda é cedo para afirmar que o grupo está pronto. Para ele ainda é preciso mais trabalho para que os jogadores evoluam aos poucos. O comandante diz não se preocupar com as vaias da torcida e que o momento é de trabalho. Ele aproveitou para fazer um balanço das três primeiras rodadas.
“Ainda é cedo (para fechar o grupo). Não estava preocupado com vaias, questionamentos, com a posição no campeonato. Era normal pelo início do trabalho. Trabalhamos para vencer. Fizemos um bom primeiro jogo (contra o Boavista) e poderíamos ter vencido. Mas contra o Macaé, tivemos dificuldades, foi um jogo sonolento e preguiçoso, com jogador a mais durante 23 minutos, não conseguimos, não tivemos capacidade para rodar", disse.
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"Contra o Friburguense fizemos um bom jogo e fomos convincentes, fizemos por merecer a vitória. Isso é um processo normal, com jogadores chegando, algumas trocas, e sistema diferente. A situação é outra, tem coisas que atrapalham rendimento, então tem que ter paciência. Temos que seguir evoluindo e trabalhando”, ressaltou.
Sobre o retorno de Pedro Ken, que não disputou a terceira rodada do Estadual, por estar suspenso, e de outros reforços como Diego Renan, que está lesionado e sob os cuidados do departamento médico, Batista espera o decorrer da semana para saber quem escalar para a próxima partida contra o Audax-RJ.
“Tenho que aguardar o departamento médicoe os fisiologistas, para ver como estão os demais jogadores. Ainda vou conversar com a fisiologia, com o preparador físico. Alguns podem não entender, mas é normal a troca de jogadores em outros lugares. Vamos conversar e ver como vamos armar a equipe para a próxima partida. Temos segunda, terça, ... para decidir”, concluiu o treinador deixando em aberto a escalação do time.
O Vasco entra em campo na próxima quarta-feira, às 19h30, contra o Audax-RJ, pela quarta rodada do Campeonato Carioca, no Estádio Raulino Oliveira, em Volta Redonda.
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