Diretor do Cruzeiro cita covardia contra Tinga e promete troco no Mineirão
Diretor de futebol do Cruzeiro, Alexandre Mattos não poupou críticas ao Real Garcilaso, à Conmebol e a todos os envolvidos na partida desta noite de quarta-feira.
Diretor de futebol do Cruzeiro, Alexandre Mattos não poupou críticas ao Real Garcilaso, à Conmebol e a todos os envolvidos na partida desta noite de quarta-feira, que terminou com derrota do time de Belo Horizonte por 2 a 1. Os atos de racismo da torcida peruana contra o volante Tinga, a falta de luz no treino da equipe, assim como a água no vestiário, já no decorrer do jogo, foram algumas das insatisfações do dirigente, que prometeu "atropelar" os peruanos no Mineirão.
O caso mais grave em Huancayo foi o lamentável racismo contra o volante Tinga. A cada toque na bola do cruzeirense, torcedores peruanos nas arquibancadas faziam sons de macaco para tentar desestabilizar o jogador.
"Isso é um retrocesso da humanidade. Eu não vou falar o que eles são. A gente respeita, não somos assim, temos respeito, coisa que não tiveram. São todos covardes. O Cruzeiro vai tomar as providências, mas a Conmebol tem hora que é brincadeira", esbravejou Mattos.
O episódio contra o brasileiro, no entanto, não foi o único alvo do dirigente cruzeirense. Alexandre Mattos criticou as condições da cidade do duelo desta quarta e enumerou inúmeros problemas que, para ele, são revoltantes.
"Nenhum peruano, nenhuma imprensa merece o respeito dos brasileiros. Poderia falar o que eles são, mas somos muito educados. Estádio sem condição nenhuma, cidade sem hotel, sem água, perigo para os jogadores de cair naquela pista de atletismo. Na hora que um arrebentar a cabeça será tarde demais. O Cruzeiro já notificou várias coisas que aconteceram aqui. O campo não tem condição. A derrota não foi só pelo gramado, mas aprendemos e vamos muito forte. Não vai ficar assim", afirmou, ameaçando os peruanos no jogo de volta.
"Futebol é coisa séria. Esse jogo tinha que ter sido em Lima. Vamos lotar o Mineirão e os jogadores vão dar a vida para atropelar esse time", concluiu.
O caso mais grave em Huancayo foi o lamentável racismo contra o volante Tinga. A cada toque na bola do cruzeirense, torcedores peruanos nas arquibancadas faziam sons de macaco para tentar desestabilizar o jogador.
"Isso é um retrocesso da humanidade. Eu não vou falar o que eles são. A gente respeita, não somos assim, temos respeito, coisa que não tiveram. São todos covardes. O Cruzeiro vai tomar as providências, mas a Conmebol tem hora que é brincadeira", esbravejou Mattos.
O episódio contra o brasileiro, no entanto, não foi o único alvo do dirigente cruzeirense. Alexandre Mattos criticou as condições da cidade do duelo desta quarta e enumerou inúmeros problemas que, para ele, são revoltantes.
"Nenhum peruano, nenhuma imprensa merece o respeito dos brasileiros. Poderia falar o que eles são, mas somos muito educados. Estádio sem condição nenhuma, cidade sem hotel, sem água, perigo para os jogadores de cair naquela pista de atletismo. Na hora que um arrebentar a cabeça será tarde demais. O Cruzeiro já notificou várias coisas que aconteceram aqui. O campo não tem condição. A derrota não foi só pelo gramado, mas aprendemos e vamos muito forte. Não vai ficar assim", afirmou, ameaçando os peruanos no jogo de volta.
"Futebol é coisa séria. Esse jogo tinha que ter sido em Lima. Vamos lotar o Mineirão e os jogadores vão dar a vida para atropelar esse time", concluiu.
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