Disputa pela liderança do PMDB na Câmara passa pelo Piauí
Se Alves conseguiu segurar por tanto tempo a bancada, que tem 78 cadeiras, a segunda maior (o PT tem 87), a sucessão está bem disputada dessa vez.
Após sete anos na liderança do PMDB na Câmara dos Deputados, o potiguar Henrique Eduardo Alves deverá saltar para a Presidência da Casa em fevereiro e o partido terá um novo líder.
Se Alves conseguiu segurar por tanto tempo a bancada, que tem 78 cadeiras, a segunda maior (o PT tem 87), a sucessão está bem disputada dessa vez.
Ele tentou um nome de consenso, o piauiense Marcelo Castro, que desistiu, e surgiram então dez candidatos.
Desistiram sete, sobraram Eduardo Cunha (RJ), Osmar Terra (RS) e Sandro Mabel (GO), que peregrinam pelos Estados em busca de apoio dos correligionários.
Já passaram pelo Piauí o gaúcho Terra e o goiano Mabel, que visitaram o deputado Marllos Sampaio, "eleitor" indeciso. Castro, o outro peemedebista, estaria fechado com o carioca Cunha.
Osmar Terra promete conduzir o PMDB ao diálogo em pé de igualdade com o governo Dilma Rousseff, sem abrir mão da condição de mais importante aliado da petista, que tem como vice o peemedebista Michel Temer.
Mabel quer ser um líder mais preocupado em garantir aos deputados melhores condições de trabalho, sem distinção entre alto e baixo clero. Ele aposta num segundo turno com Eduardo Cunha, contando com o apoio de Osmar Terra.
A escolha ocorrerá logo após as eleições para Presidente da Câmara dos Deputados, no dia 4 de fevereiro, no retorno das atividades legislativas no Congresso Nacional.
Se Alves conseguiu segurar por tanto tempo a bancada, que tem 78 cadeiras, a segunda maior (o PT tem 87), a sucessão está bem disputada dessa vez.
Ele tentou um nome de consenso, o piauiense Marcelo Castro, que desistiu, e surgiram então dez candidatos.
Desistiram sete, sobraram Eduardo Cunha (RJ), Osmar Terra (RS) e Sandro Mabel (GO), que peregrinam pelos Estados em busca de apoio dos correligionários.
Já passaram pelo Piauí o gaúcho Terra e o goiano Mabel, que visitaram o deputado Marllos Sampaio, "eleitor" indeciso. Castro, o outro peemedebista, estaria fechado com o carioca Cunha.
Osmar Terra promete conduzir o PMDB ao diálogo em pé de igualdade com o governo Dilma Rousseff, sem abrir mão da condição de mais importante aliado da petista, que tem como vice o peemedebista Michel Temer.
Mabel quer ser um líder mais preocupado em garantir aos deputados melhores condições de trabalho, sem distinção entre alto e baixo clero. Ele aposta num segundo turno com Eduardo Cunha, contando com o apoio de Osmar Terra.
A escolha ocorrerá logo após as eleições para Presidente da Câmara dos Deputados, no dia 4 de fevereiro, no retorno das atividades legislativas no Congresso Nacional.
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