Sesapi discute tratamento de Hepatites em Brasília
Entre os temas, as estratégias de acesso ao tratamento para hepatite, com diagnóstico e sorologia.
Representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) participam, nesta quinta-feira (31), em Brasília, de uma reunião nacional para discutir a organização da rede de atenção às Hepatites Virais. O encontro terá como ponto de partida a organização do atendimento dos pacientes que usarão os Inibidores de Protease, novos medicamentos utilizados para o tratamento da hepatite crônica C. Os inibidores pertencem a uma classe de fármacos antirretrovirais, usados na terapia combinada para tratar infecções crônicas.
A coordenadora estadual de Epidemiologia, Amélia Costa, e a diretora da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde, Telma Evangelista, representarão a Sesapi durante as discussões, que tratarão de temas como a política de incorporação dos Inibidores da Protease no Sistema Único de Saúde (SUS), as estratégias de acesso ao tratamento para hepatite, além do diagnóstico e a sorologia da doença.
"Esse serviço é de suma importância para o monitoramento dos efeitos adversos relacionados, principalmente, ao tratamento feito com os inibidores desse medicamento. Após esse encontro acreditamos que nossa equipe multidisciplinar poderá assegurar melhor adesão ao tratamento contra a Hepatite C", explica Amélia Costa.
Segundo a coordenadora, o Estado do Piauí está se empenhando para oferecer um serviço de alta qualidade por meio da rede de atenção, principalmente, no que tange à assistência aos pacientes em caso de possíveis efeitos adversos causados pelo medicamento. "Precisamos estar sempre preparados. Além de medicar, vamos acompanhar e monitorar, diariamente, esses pacientes”, completou Amélia.
A coordenadora estadual de Epidemiologia, Amélia Costa, e a diretora da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde, Telma Evangelista, representarão a Sesapi durante as discussões, que tratarão de temas como a política de incorporação dos Inibidores da Protease no Sistema Único de Saúde (SUS), as estratégias de acesso ao tratamento para hepatite, além do diagnóstico e a sorologia da doença.
"Esse serviço é de suma importância para o monitoramento dos efeitos adversos relacionados, principalmente, ao tratamento feito com os inibidores desse medicamento. Após esse encontro acreditamos que nossa equipe multidisciplinar poderá assegurar melhor adesão ao tratamento contra a Hepatite C", explica Amélia Costa.
Segundo a coordenadora, o Estado do Piauí está se empenhando para oferecer um serviço de alta qualidade por meio da rede de atenção, principalmente, no que tange à assistência aos pacientes em caso de possíveis efeitos adversos causados pelo medicamento. "Precisamos estar sempre preparados. Além de medicar, vamos acompanhar e monitorar, diariamente, esses pacientes”, completou Amélia.
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