Cresce em 30% número de casos de violência contra indígenas
Relatório da violência contra povos indígenas foi divulgado na quarta-feira. Dados são de 2012, quando 26 ocorrências foram registradas em RO.
O relatório da violência contra os povos indígenas, divulgado na quarta-feira (28) pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), apontou que em 2012 houve crescimento de 30% nos casos registrados em relação a anos anteriores.
Em todo o país, foram 70 registros, sendo 26 em Rondônia e destes, quatro aconteceram em Porto Velho. No ano passado, foram registrados 11 casos de racismo e discriminação étnica cultural. Em 2011, foram 20 listados. O CIMI acredita que os números da violência sejam maiores porque nem todos os povos denunciam as ocorrências sofridas.
O aumento do número das ameaças de morte, de espancamentos e a morosidade em relação a regularização de terras indígenas além da omissão do poder público são alguns pontos citados no relatório como preocupantes. "Ano a ano, cresce o preconceito e discriminação contra esses povos", explica a representante do Cimi, Laura Vicunã.
Os dados do relatório indicam características e tendências dos ataques e ameaças que os índios sofreram em 2012 e revela também as violações aos direitos por meio de denúncias feitas pelos povos e por missionários. "Violação de suas terras, a morte muita vezes por diarreia, uma coisa lamentável que tenha isso. Casos de morte que não constam na saúde pública e que teria que ser vacinada e não teria isso", conta Valmir Bavarescom missionário da Cimi.
Em todo o país, foram 70 registros, sendo 26 em Rondônia e destes, quatro aconteceram em Porto Velho. No ano passado, foram registrados 11 casos de racismo e discriminação étnica cultural. Em 2011, foram 20 listados. O CIMI acredita que os números da violência sejam maiores porque nem todos os povos denunciam as ocorrências sofridas.
O aumento do número das ameaças de morte, de espancamentos e a morosidade em relação a regularização de terras indígenas além da omissão do poder público são alguns pontos citados no relatório como preocupantes. "Ano a ano, cresce o preconceito e discriminação contra esses povos", explica a representante do Cimi, Laura Vicunã.
Os dados do relatório indicam características e tendências dos ataques e ameaças que os índios sofreram em 2012 e revela também as violações aos direitos por meio de denúncias feitas pelos povos e por missionários. "Violação de suas terras, a morte muita vezes por diarreia, uma coisa lamentável que tenha isso. Casos de morte que não constam na saúde pública e que teria que ser vacinada e não teria isso", conta Valmir Bavarescom missionário da Cimi.
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