Polícia

Mais quatro mulheres denunciam advogado por estupro em Teresina

De acordo com a polícia, após ter gerado grande repercussão, o caso da jovem de 27 anos que teria sido estuprada pelo acusado, levou outras mulheres a denunciarem os abusos.
16/07/2021 08h45 - atualizado

Nessa quarta-feira (14), o advogado Jefferson Moura, foi preso acusado de estuprar uma diarista em um condomínio na zona Leste de Teresina. Ele é suspeito de ter feito pelo menos mais quatro vítimas.

Segundo informações da Polícia Civil, ainda nessa quinta-feira (15), mais uma mulher apresentou uma denúncia na Delegacia da Mulher, e uma outra mulher já entrou em contato com a delegacia afirmando que nesta sexta-feira também irá à polícia. Outras duas mulheres também irão à polícia para prestar queixa contra Jefferson.

  • Foto: DivulgaçãoAdvogado JeffersonAdvogado Jefferson

De acordo com a polícia, após ter gerado grande repercussão, o caso da jovem de 27 anos que teria sido estuprada pelo acusado, enquanto realizava uma faxina em sua casa, levou outras mulheres a denunciares os abusos.

Umas das vítimas, segundo a Delegacia da Mulher, teria sido estuprada pelo acusado em dezembro de 2020, quando foi fazer uma entrega de produtos em seu apartamento. À polícia, a mulher relatou que o fato de não ter o denunciado antes, seria o medo, pelo fato de se tratar de um advogado, mas que após ouvir sobre o caso teve coragem para prestar queixa.

Prisão

Na tarde dessa quinta-feira (15), o juiz da Central de Inquéritos de Teresina, Markus Calado Schultz, decretou a prisão preventiva do advogado. Em sua decisão, considerou que a medida é necessária devido à gravidade dos crimes e que a permeância da liberdade do acusado poderia pôr em risco a ordem pública.

O caso

Na madrugada da última quarta-feira (14), o advogado foi conduzido à Central de Flagrantes, após denúncia de estupro de uma mulher, que relatou que o caso teria acontecido enquanto realizava uma faxina em seu apartamento, em um condomínio na zona Leste da capital.

De acordo com a Polícia Militar, o advogado negou as acusações. A polícia informou que a vítima fez o exame de corpo de delito, que constatou a conjunção carnal.

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