Judiciário piauiense participa do 19º Fórum de Mediação e Conciliação no Paraná
O presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, destacou a importância deste evento e da presença do judiciário piauiense na discussão sobre a mediação.Entre os dias 15 e 17, a equipe do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC) do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJPI) participou da 19ª edição do Fórum Nacional de Mediação e Conciliação (FONAMEC), realizada no Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR).
O presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, destacou a importância deste evento e da presença do judiciário piauiense na discussão sobre a mediação.
“A mediação representa um avanço significativo na forma como a Justiça se relaciona com a sociedade. A presença do Judiciário piauiense no evento reitera a busca deste Tribunal por soluções mais ágeis, eficientes e humanizadas, por meio do diálogo e da consensualidade”, afirmou o presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira.
Além de representantes de tribunais e instituições parceiras, especialistas nacionais e internacionais também marcaram presença durante os três dias. Os participantes acompanharam painéis temáticos, oficinas práticas e debates estratégicos sobre mediação familiar e empresarial, consensualidade na administração pública, inovação tecnológica, uso de inteligência artificial na autocomposição e governança colaborativa.
O juiz coordenador do NUPEMEC, Edson Alves da Silva, afirmou que estes debates buscam aprimorar os métodos consensuais para solucionar os conflitos.
“O objetivo do Fórum é promover discussões e levantar boas práticas para aprimorar o exercício das funções desempenhadas por seus integrantes, buscando aperfeiçoar cada vez mais os métodos consensuais de solução de conflitos por meio do intercâmbio de experiências”, destacou.
A desembargadora Lucicleide Pereira Belo, supervisora do NUPEMEC, ressaltou a importância da participação da equipe no Fórum Nacional para a ampliação da visão institucional sobre os desafios e as possibilidades da autocomposição, para contribuir no aperfeiçoamento das políticas judiciárias, consolidando uma atuação mais integrada e inovadora no tratamento de conflitos.