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Crimes digitais crescem no Piauí e especialista defende maior proteção de dados

Para a advogada, professora e consultora em proteção de dados, Dra. Gisela Freitas, o número reforça a necessidade urgente de uma atuação mais incisiva da advocacia na defesa da privacidade.

De acordo com levantamento recente do G1, o Piauí registrou mais de 600 crimes cibernéticos apenas no mês de junho, uma média superior a 20 ocorrências por dia. O golpe do “familiar em apuros” lidera os registros, em um contexto de vulnerabilidade crescente para a população.

Para a advogada, professora e consultora em proteção de dados, Dra. Gisela Freitas, o número reforça a necessidade urgente de uma atuação mais incisiva da advocacia na defesa da privacidade e na educação digital.

“A cada golpe, o que está em risco não é apenas um CPF, mas a dignidade digital das pessoas. O Direito precisa responder à altura dessa nova realidade, com ética, técnica e compromisso social”, afirma.

Com experiência em projetos da OAB-PI e na formação de advogados em temas relacionados à LGPD e cidadania digital, Gisela Freitas acredita que é papel das instituições jurídicas fomentar a construção de uma cultura sólida de proteção de dados. “O dado pessoal é a moeda do século XXI. E proteger esse patrimônio é também um dever da advocacia piauiense”, concluiu.

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