Licitação para recuperação do prédio da Sesapi deve custar mais de R$ 4 milhões
De acordo com o arquiteto Napoleão Lima Júnior, a previsão para que a obra esteja concluída é de seis meses, a partir da data de assinatura do contrato.
O arquiteto Napoleão Lima Júnior, responsável pelo projeto de recuperação do prédio da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi), que foi atingindo por um incêndio em 2011, confirmou que o processo licitatório está finalizado e que a obra deverá custar R$ 4.500.000,00.
"Em uma semana, deverá ser definida a empresa que ganhou a licitação para dar início à reforma do prédio da Secretaria", afirmou.
De acordo com ele, a previsão para que a obra esteja concluída é de seis meses, a partir da data de assinatura do contrato. Nesse período também deverão ser comprados os materiais necessários para o funcionamento, como, por exemplo, cadeiras e ar-condicionado, via pregão eletrônico.
"A reforma será completa, pois tudo foi perdido durante o incêndio. Depois da assinatura do contrato, a obra deverá ser realizada em seis meses para o retorno das atividades da Secretaria retornarem ao local", diz Napoleão Lima.
Logo após o incêndio, o governador Wilson Martins nomeou uma comissão composta por engenheiros da CGE, Sesapi, Seinfra e Corpo de Bombeiros para avaliar os danos e tomar as decisões sobre a recuperação da obra.
No ano passado, o engenheiro Marcos Gonçalves chegou a declarar que a obra estaria pronta até julho deste ano, já que o ritmo da primeira etapa que contava com obras da parte estrutural já havia sido finalizada.
No entanto, a segunda parte para a total recuperação do prédio dependia da licitação para ser iniciada, por isso, a obra agora pode ser entregue somente no próximo ano.
O incêndio
O local onde funcionava a Secretária de Estado da Saúde foi destruído durante um incêndio no Bloco 1 do Centro Administrativo de Teresina, na noite do dia 24 de outubro de 2011 e perdurou até o início da manhã do dia seguinte.
Inicialmente, a área atingida foi o Setor de Tecnologia da Sesapi e rapidamente se alastrou pelo restante do prédio. Computadores, centrais de ar, mesas e muito papel foram destruídos pelas chamas.
Enquanto o Corpo de Bombeiros fazia o combate ao fogo, os funcionários ajudaram a impedir que o incêndio se alastrasse e invadisse o Tribunal de Contas do Estado, utilizando mangueiras de jardim para resfriar as paredes do prédio.
Durante as investigações realizadas pelas Polícias Civil e Federal sobre as causas do incêndio, chegou-se a afirmar que ele teria sido causado por gambiarras, fiação velha e falta de manutenção no sistema elétrica dos prédios. Com informações do Jornal Diário do Povo.
"Em uma semana, deverá ser definida a empresa que ganhou a licitação para dar início à reforma do prédio da Secretaria", afirmou.
De acordo com ele, a previsão para que a obra esteja concluída é de seis meses, a partir da data de assinatura do contrato. Nesse período também deverão ser comprados os materiais necessários para o funcionamento, como, por exemplo, cadeiras e ar-condicionado, via pregão eletrônico.
"A reforma será completa, pois tudo foi perdido durante o incêndio. Depois da assinatura do contrato, a obra deverá ser realizada em seis meses para o retorno das atividades da Secretaria retornarem ao local", diz Napoleão Lima.
Logo após o incêndio, o governador Wilson Martins nomeou uma comissão composta por engenheiros da CGE, Sesapi, Seinfra e Corpo de Bombeiros para avaliar os danos e tomar as decisões sobre a recuperação da obra.
No ano passado, o engenheiro Marcos Gonçalves chegou a declarar que a obra estaria pronta até julho deste ano, já que o ritmo da primeira etapa que contava com obras da parte estrutural já havia sido finalizada.
No entanto, a segunda parte para a total recuperação do prédio dependia da licitação para ser iniciada, por isso, a obra agora pode ser entregue somente no próximo ano.
O incêndio
O local onde funcionava a Secretária de Estado da Saúde foi destruído durante um incêndio no Bloco 1 do Centro Administrativo de Teresina, na noite do dia 24 de outubro de 2011 e perdurou até o início da manhã do dia seguinte.
Inicialmente, a área atingida foi o Setor de Tecnologia da Sesapi e rapidamente se alastrou pelo restante do prédio. Computadores, centrais de ar, mesas e muito papel foram destruídos pelas chamas.
Enquanto o Corpo de Bombeiros fazia o combate ao fogo, os funcionários ajudaram a impedir que o incêndio se alastrasse e invadisse o Tribunal de Contas do Estado, utilizando mangueiras de jardim para resfriar as paredes do prédio.
Durante as investigações realizadas pelas Polícias Civil e Federal sobre as causas do incêndio, chegou-se a afirmar que ele teria sido causado por gambiarras, fiação velha e falta de manutenção no sistema elétrica dos prédios. Com informações do Jornal Diário do Povo.
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