Prefeitura avalia impacto financeiro no pagamento de gratificações à profissionais do HUT
A gratificação de emergência é paga atualmente apenas a médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, deixando de fora oito categorias
O secretário municipal de Administração, Charles Max, vai apresentar na próxima quinta-feira (15) o estudo sobre o impacto financeiro do pagamento da gratificação de emergência para mais oito categorias do Hospital de Urgência de Teresina (HUT).
A gratificação de emergência é paga atualmente apenas a médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, deixando de fora os farmacêuticos, farmacêuticos bioquímicos, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, nutricionistas, técnicos em radiologia e técnicos em laboratório.
O estudo é resultado de uma solicitação feita pela vereadora Teresa Britto (PV) que pediu informações sobre os motivos pelos quais o benefício não estava atendendo a todas as categorias.
Segundo a parlamentar, todos os profissionais têm direito à gratificação por estarem nas mesmas condições de trabalho e por ter um quadro reduzido a extensão do benefício às outras categorias não vai resultar excessivos gastos à Prefeitura.
"Mostramos essa disparidade que está acontecendo no HUT, alguns profissionais recebem e outros não. Isso não está correto e é preciso contemplar as outras categorias até porque é direito delas. O secretário Charles Max vai nos apresentar o levantamento de profissionais e o impacto financeiro, mas não será muito grande porque é um pequena quantidade de servidores", explicou.
Caso a Prefeitura de Teresina concorde com o pagamento da gratificação às oito categorias desatendidas, o executivo municipal encaminhará o projeto de lei para votação na Câmara de Vereadores. Com informações da AsCom.
A gratificação de emergência é paga atualmente apenas a médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, deixando de fora os farmacêuticos, farmacêuticos bioquímicos, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, nutricionistas, técnicos em radiologia e técnicos em laboratório.
O estudo é resultado de uma solicitação feita pela vereadora Teresa Britto (PV) que pediu informações sobre os motivos pelos quais o benefício não estava atendendo a todas as categorias.
Segundo a parlamentar, todos os profissionais têm direito à gratificação por estarem nas mesmas condições de trabalho e por ter um quadro reduzido a extensão do benefício às outras categorias não vai resultar excessivos gastos à Prefeitura.
"Mostramos essa disparidade que está acontecendo no HUT, alguns profissionais recebem e outros não. Isso não está correto e é preciso contemplar as outras categorias até porque é direito delas. O secretário Charles Max vai nos apresentar o levantamento de profissionais e o impacto financeiro, mas não será muito grande porque é um pequena quantidade de servidores", explicou.
Caso a Prefeitura de Teresina concorde com o pagamento da gratificação às oito categorias desatendidas, o executivo municipal encaminhará o projeto de lei para votação na Câmara de Vereadores. Com informações da AsCom.
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