Deputado Robert Rios diz que segurança é um caos e culpa os governos estadual e federal
O deputado acusou o governo de gastar R$ 15 milhões com terceirizados, enquanto deixa de contratar concursados da segurança.
O deputado Robert Rios (PDT) disse em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa que o principal problema da segurança no Brasil é o espelho oferecido pelo Poder Legislativo, que vive atualmente nos meios de comunicação, com vários corruptos sendo notícia por envolvimento em crimes. Ele culpou o governo federal por não elaborar um plano nacional de segurança. No plano estadual, ele acusou o governo de ter feito promessas durante a campanha eleitoral e não ter cumprido o que prometeu.
Robert Rios acusou o governo de gastar R$ 15 milhões com terceirizados, enquanto deixa de contratar concursados da segurança. Disse também que o Estado gasta mais com a mídia do que com a segurança, criticando também outros gastos supérfluos, como o Festival da Uva, que segundo ele só serve para atrair os deputados, cada qual mais sorridente, descendo de avião em São João do Piauí.
O deputado Firmino Paulo (PSDB) ofereceu aparte se solidarizando com o orador, lembrando que chegou a propor audiência pública em que todos compareceram, mas que não viu o plano de segurança prometido. Ele disse que o Piauí tem vários municípios sem policiais, civis ou militares.
Também em aparte, o deputado Luciano Nunes (PSDB) reafirmou o que já havia dito em discurso, ou seja: o município de Curimatá já teve cinco assaltos a bancos, o que tem criado um clima de preocupação em todos os moradores.
O deputado Dr. Pessoa (PSD) defendeu que o governo aumente os efetivos policiais e pague melhores salários, reconhecendo que o descaso é crônico e que o povo quer resultados sobre o que foi prometido em campanha. Ele parabenizou o orador e o aparteante Firmino Paulo, ambos entendidos em segurança pública.
Para o deputado Evaldo Gomes (PTC), todas as vezes que um deputado critica a Segurança aparece alguém para dizer ao secretário que ele foi atacado. Ele afirmou que a segurança vem sofrendo falta de atenção por parte do governo, o que tem feito a violência aumentar a cada dia.
O deputado Antônio Félix (PSD) ofereceu também um aparte, afirmando que no Brasil o crime é financiado pelo tráfico de drogas, e que por isso mesmo está bem organizado.
O deputado Robert Rios considerou a Assembleia acomodada com a questão da segurança, mas o presidente Themístocles Filho (PMDB) explicou que as ações do governo em segurança não dependem dos deputados. Robert Rios lembrou os orçamentos, que são especificados para cada setor.
Entre os municípios mais atingidos pela violência, Robert Rios citou sua terra natal, Piracuruca, onde as mães de família ficam rezando enquanto seus filhos estão na escola. Ele citou o caso de uma irmã que foi assaltada dentro de casa, juntamente com um filho paraplégico. Ele fez referência também aos assaltos às escolas públicas da periferia de Teresina e, por último, à Universidade Estadual. Já concluindo o seu discurso, Robert informou que o Banco do Brasil de Cristino Castro tinha sido assaltado pela manhã, o que já virou rotina. Ele informou que o gasto do governo com combustíveis para a polícia corresponde a um litro e meio por cada policial.
Robert Rios acusou o governo de gastar R$ 15 milhões com terceirizados, enquanto deixa de contratar concursados da segurança. Disse também que o Estado gasta mais com a mídia do que com a segurança, criticando também outros gastos supérfluos, como o Festival da Uva, que segundo ele só serve para atrair os deputados, cada qual mais sorridente, descendo de avião em São João do Piauí.
O deputado Firmino Paulo (PSDB) ofereceu aparte se solidarizando com o orador, lembrando que chegou a propor audiência pública em que todos compareceram, mas que não viu o plano de segurança prometido. Ele disse que o Piauí tem vários municípios sem policiais, civis ou militares.
Também em aparte, o deputado Luciano Nunes (PSDB) reafirmou o que já havia dito em discurso, ou seja: o município de Curimatá já teve cinco assaltos a bancos, o que tem criado um clima de preocupação em todos os moradores.
O deputado Dr. Pessoa (PSD) defendeu que o governo aumente os efetivos policiais e pague melhores salários, reconhecendo que o descaso é crônico e que o povo quer resultados sobre o que foi prometido em campanha. Ele parabenizou o orador e o aparteante Firmino Paulo, ambos entendidos em segurança pública.
Para o deputado Evaldo Gomes (PTC), todas as vezes que um deputado critica a Segurança aparece alguém para dizer ao secretário que ele foi atacado. Ele afirmou que a segurança vem sofrendo falta de atenção por parte do governo, o que tem feito a violência aumentar a cada dia.
O deputado Antônio Félix (PSD) ofereceu também um aparte, afirmando que no Brasil o crime é financiado pelo tráfico de drogas, e que por isso mesmo está bem organizado.
O deputado Robert Rios considerou a Assembleia acomodada com a questão da segurança, mas o presidente Themístocles Filho (PMDB) explicou que as ações do governo em segurança não dependem dos deputados. Robert Rios lembrou os orçamentos, que são especificados para cada setor.
Entre os municípios mais atingidos pela violência, Robert Rios citou sua terra natal, Piracuruca, onde as mães de família ficam rezando enquanto seus filhos estão na escola. Ele citou o caso de uma irmã que foi assaltada dentro de casa, juntamente com um filho paraplégico. Ele fez referência também aos assaltos às escolas públicas da periferia de Teresina e, por último, à Universidade Estadual. Já concluindo o seu discurso, Robert informou que o Banco do Brasil de Cristino Castro tinha sido assaltado pela manhã, o que já virou rotina. Ele informou que o gasto do governo com combustíveis para a polícia corresponde a um litro e meio por cada policial.
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