Deputado Robert Rios repercute protesto de taxistas e paralisação da PM
"O governador prometeu reestruturar a segurança, mas o que vemos são os quartéis à míngua e os policiais revoltados", frisou ele.
O deputado Robert Rios (PDT) fez, hoje(1), um apelo ao governador Wellington Dias no sentido de que dialogue com os policiais militares visando impedir que ocorra um caos na segurança pública do Piauí. Ele disse que hoje dois fatos mostraram a gravidade da situação na segurança: o protesto realizado pelos taxistas devido o assassinato de um colega e a paralisação dos policiais que reclamam melhorias na Polícia Militar do Estado.
Robert Rios afirmou que o Governo precisa realizar com justiça as promoções dos militares, o que está sendo feito atualmente sem levar em conta o mérito dos policiais, enquanto a PMPI enfrenta uma situação de extrema pobreza com seus veículos sucateados. “O governador prometeu reestruturar a segurança, mas o que vemos são os quartéis à míngua e os policiais revoltados”, frisou ele.
Em aparte, o deputado Rubem Martins (PSB) disse que a questão da segurança precisa ser mais discutida porque os piauienses se encontram à mercê dos bandidos, enquanto o deputado Evaldo Gomes (PTC) afirmou que o que falta na segurança é comando e um plano de ação, acentuando que “precisamos de uma saída para este grave problema”.
Robert Rios assinalou que as dificuldades no setor prejudicam a colocação em prática de um plano de ação pelo secretário de Segurança, deputado federal Fábio Abreu (PTB). Ele denunciou ainda que os prestadores de serviços do Instituto Médico Legal (IML) estão com os salários atrasados há sete meses.
O líder do Governo, deputado João de Deus (PT), disse que estranhou o movimento realizado pelos militares porque o Governo está cumprindo o acordo firmado com eles para parcelamento do último reajuste salarial, o que será concluído em fevereiro. Ele declarou que o governador Wellington Dias poderá convocar até o Exército, se for necessário, para melhorar a segurança pública.
Robert Rios concluiu seu discurso afirmando que o Piauí está enfrentando uma explosão de homicídios com 20 pessoas tendo sido assassinadas nos últimos dias. “Se não houver justiça com os militares, como a realização de promoções justas, vamos mergulhar em um caos. Faço um apelo ao governador Wellington Dias para que dialogue com os militares”, ressaltou ele.
Robert Rios afirmou que o Governo precisa realizar com justiça as promoções dos militares, o que está sendo feito atualmente sem levar em conta o mérito dos policiais, enquanto a PMPI enfrenta uma situação de extrema pobreza com seus veículos sucateados. “O governador prometeu reestruturar a segurança, mas o que vemos são os quartéis à míngua e os policiais revoltados”, frisou ele.
Em aparte, o deputado Rubem Martins (PSB) disse que a questão da segurança precisa ser mais discutida porque os piauienses se encontram à mercê dos bandidos, enquanto o deputado Evaldo Gomes (PTC) afirmou que o que falta na segurança é comando e um plano de ação, acentuando que “precisamos de uma saída para este grave problema”.
Robert Rios assinalou que as dificuldades no setor prejudicam a colocação em prática de um plano de ação pelo secretário de Segurança, deputado federal Fábio Abreu (PTB). Ele denunciou ainda que os prestadores de serviços do Instituto Médico Legal (IML) estão com os salários atrasados há sete meses.
O líder do Governo, deputado João de Deus (PT), disse que estranhou o movimento realizado pelos militares porque o Governo está cumprindo o acordo firmado com eles para parcelamento do último reajuste salarial, o que será concluído em fevereiro. Ele declarou que o governador Wellington Dias poderá convocar até o Exército, se for necessário, para melhorar a segurança pública.
Robert Rios concluiu seu discurso afirmando que o Piauí está enfrentando uma explosão de homicídios com 20 pessoas tendo sido assassinadas nos últimos dias. “Se não houver justiça com os militares, como a realização de promoções justas, vamos mergulhar em um caos. Faço um apelo ao governador Wellington Dias para que dialogue com os militares”, ressaltou ele.
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