Vereador Dudu quer CPI pra investigar terreno comprado pelo prefeito Firmino Filho
O parlamentar questiona a Prefeitura de Teresina em relação às transações financeiras realizadas para a compra destes terrenos, que anteriormente eram de propriedade de um empresário.
O vereador Edilberto Borges, o Dudu (PT), denunciou, hoje (14), na Câmara Municipal de Teresina, a compra de terrenos na região do Angelim, Vila Irmã Dulce e Vila Palitolândia II, zona sul de Teresina.O parlamentar questiona a Prefeitura de Teresina em relação às transações financeiras realizadas para a compra destes terrenos, que anteriormente eram de propriedade de um empresário.
De acordo com o vereador Dudu (PT), o empresário conhecido como Junior da Luauto, já era proprietário de 20 hectares na localidade Pedra Miúda, localizada na Avenida Prefeito Wall Ferraz (BR 316), Vila Irmã Dulce, Vila Palitolândia II e bairro Angelim.
"Recebemos inúmeras denúncias referentes a supostas irregularidades na aquisição de áreas (imóveis) em Teresina. As informações estão registradas no decreto nº 14.335 de 29 de agosto de 2014. Se confirmadas, estas irregularidades beneficiariam interesses alheios ao desenvolvimento de Teresina, o que revelaria o descumprimento das normas que regulam as operações de vendas de imóveis em nossa capital", contesta Dudu.
Os documentos reconhecidos em cartório e apresentados na tribuna da Câmara Municipal de Teresina pelo vereador Dudu (PT) dão conta de que em 1999, pela quantia de R$ 30 mil, as empresas Hugo Prado Construtora e Negócios Imobiliários e Luauto Factoring Mercantil Ltda. compraram 20 hectares na Vila Palitolândia II.
"Em agosto de 2009, a empresa Hugo Prado vendeu a parte que lhe era de direito pela quantia de R$ 5 mil. A prefeitura já pagou pela desapropriação do terreno da Vila Palitolândia II a quantia de R$ 2.788.287,34 (dois milhões, setecentos e oitenta mil, duzentos e oitenta e sete reais e trinta e quatro centavos) divididos em dois pagamentos. O total desta transação soma R$ 6.750.000 (seis milhões e setecentos e cinquenta mil reais), o que sugere um ganho percentual de 67,500%", aponta Dudu.
Após a compra realizada pela Prefeitura de Teresina, uma parte dessa área é considerada de integração social, que receberá ao longo dos anos melhorias na infraestrutura e habitação. Diante da situação, o vereador Edilberto Borges (PT) requereu da Câmara Municipal de Teresina a instauração de uma Comissão Parlamentar Investigativa (CPI) para apurar as denúncias. Seis vereadores já assinaram o requerimento. Para ser instaurada, a CPI da Regularização Fundiária precisará de dez votos.
"Queremos que a Prefeitura de Teresina explique em que termos foi realizada essa compra de terrenos. Se houve favorecimento ou informação privilegiada, pois o valor que a prefeitura pagou é alto. A população precisa ter a segurança e a certeza que não haverão desapropriações. Muitas áreas de Teresina passam por esse mesmo problema e é obrigação desta Casa dar esclarecimentos à população e dever da prefeitura colaborar com este processo", explica o vereador Dudu.?
De acordo com o vereador Dudu (PT), o empresário conhecido como Junior da Luauto, já era proprietário de 20 hectares na localidade Pedra Miúda, localizada na Avenida Prefeito Wall Ferraz (BR 316), Vila Irmã Dulce, Vila Palitolândia II e bairro Angelim.
"Recebemos inúmeras denúncias referentes a supostas irregularidades na aquisição de áreas (imóveis) em Teresina. As informações estão registradas no decreto nº 14.335 de 29 de agosto de 2014. Se confirmadas, estas irregularidades beneficiariam interesses alheios ao desenvolvimento de Teresina, o que revelaria o descumprimento das normas que regulam as operações de vendas de imóveis em nossa capital", contesta Dudu.
Os documentos reconhecidos em cartório e apresentados na tribuna da Câmara Municipal de Teresina pelo vereador Dudu (PT) dão conta de que em 1999, pela quantia de R$ 30 mil, as empresas Hugo Prado Construtora e Negócios Imobiliários e Luauto Factoring Mercantil Ltda. compraram 20 hectares na Vila Palitolândia II.
"Em agosto de 2009, a empresa Hugo Prado vendeu a parte que lhe era de direito pela quantia de R$ 5 mil. A prefeitura já pagou pela desapropriação do terreno da Vila Palitolândia II a quantia de R$ 2.788.287,34 (dois milhões, setecentos e oitenta mil, duzentos e oitenta e sete reais e trinta e quatro centavos) divididos em dois pagamentos. O total desta transação soma R$ 6.750.000 (seis milhões e setecentos e cinquenta mil reais), o que sugere um ganho percentual de 67,500%", aponta Dudu.
Após a compra realizada pela Prefeitura de Teresina, uma parte dessa área é considerada de integração social, que receberá ao longo dos anos melhorias na infraestrutura e habitação. Diante da situação, o vereador Edilberto Borges (PT) requereu da Câmara Municipal de Teresina a instauração de uma Comissão Parlamentar Investigativa (CPI) para apurar as denúncias. Seis vereadores já assinaram o requerimento. Para ser instaurada, a CPI da Regularização Fundiária precisará de dez votos.
"Queremos que a Prefeitura de Teresina explique em que termos foi realizada essa compra de terrenos. Se houve favorecimento ou informação privilegiada, pois o valor que a prefeitura pagou é alto. A população precisa ter a segurança e a certeza que não haverão desapropriações. Muitas áreas de Teresina passam por esse mesmo problema e é obrigação desta Casa dar esclarecimentos à população e dever da prefeitura colaborar com este processo", explica o vereador Dudu.?
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