Corintiano que esteve na invasão ao Maracanã em 1976 está no Japão
Presente em todas as invasões corintianas, Chavinha está no Japão torcendo para ver o título do Mundial de Clubes.
Quando o são paulino Roger Moreira, da banda Ultraje a Rigor, gravou "Nós Vamos Invadir sua Praia", música do álbum homônimo de 1985, certamente não imaginava que a canção descrevia tão bem um momento importante da história do Corinthians, ocorrido nove anos mais cedo.
Como na música, os corinthianos invadiram a Praia do Flamengo no final de semana em que foi disputada a semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976.
Após terem sido desafiados pelo presidente do Fluminense, time que disputaria o jogo com o Corinthians, os torcedores tiveram que dar a resposta em bom tom.
- Que os vivos saiam de casa e os mortos saiam das tumbas para torcer pelo Corinthians no Maracanã, porque o Fluminense vai ganhar a partida – comentou o presidente do Fluminense na época, Francisco Horta.
Com 70 mil torcedores, os corintianos chegaram ao Rio de Janeiro por todas as formas imagináveis. Seja por avião, carro ou ônibus, a cidade viveu um dia de sotaque paulistano no Rio.
- Era inacreditável, em qualquer lugar que eu olhava tinha alguém com uma camisa ou bandeira na Praia do Flamengo – lembra Jorge Chavedar, o Chavinha, mogiano que compareceu à invasão corintiana.
Os cariocas, principalmente os torcedores do Flamengo, Vasco e Botafogo foram receptivos aos visitantes. O comboio alvinegro desembarcou na cidade maravilhosa no sábado e contou com a ajuda do pessoal da cidade.
- Para falar a verdade eu fui na cara e na coragem. Fui no impulso e com a roupa do corpo. Nem imaginava o que iria encontrar por lá. A sorte que os cariocas acharam graça de tudo aqui e muitos nos ajudaram até com dinheiro.
Havia corintianos espalhados por todos os cantos.
- Dormíamos em todos os lugares, na praia, carros e marquises.
Como na música, os corinthianos invadiram a Praia do Flamengo no final de semana em que foi disputada a semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976.
Após terem sido desafiados pelo presidente do Fluminense, time que disputaria o jogo com o Corinthians, os torcedores tiveram que dar a resposta em bom tom.
- Que os vivos saiam de casa e os mortos saiam das tumbas para torcer pelo Corinthians no Maracanã, porque o Fluminense vai ganhar a partida – comentou o presidente do Fluminense na época, Francisco Horta.
Com 70 mil torcedores, os corintianos chegaram ao Rio de Janeiro por todas as formas imagináveis. Seja por avião, carro ou ônibus, a cidade viveu um dia de sotaque paulistano no Rio.
- Era inacreditável, em qualquer lugar que eu olhava tinha alguém com uma camisa ou bandeira na Praia do Flamengo – lembra Jorge Chavedar, o Chavinha, mogiano que compareceu à invasão corintiana.
Os cariocas, principalmente os torcedores do Flamengo, Vasco e Botafogo foram receptivos aos visitantes. O comboio alvinegro desembarcou na cidade maravilhosa no sábado e contou com a ajuda do pessoal da cidade.
- Para falar a verdade eu fui na cara e na coragem. Fui no impulso e com a roupa do corpo. Nem imaginava o que iria encontrar por lá. A sorte que os cariocas acharam graça de tudo aqui e muitos nos ajudaram até com dinheiro.
Havia corintianos espalhados por todos os cantos.
- Dormíamos em todos os lugares, na praia, carros e marquises.
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