Copa-2014: Brasil e Fifa travam um novo round de discussão
Blatter diz que país está com obras no vermelho. Depois volta atrás, emite nota e afirma o contrário.
Brasil e Fifa travaram nesta quinta-feira um novo round de discussão e bate-boca sobre o andamento das obras para a Copa do Mundo de 2014. Após encontro com a presidenta Dilma Rousseff, pela manhã, em Londres, Joseph Blatter disse que havia cidades em vermelho, mas foi obrigado a emitir uma nota, no fim da noite, afirmando algo totalmente contrário.
- O trabalho está em andamento nos estádios, nas estradas e nos aeroportos. Há ainda muito a fazer, mas estamos no bom caminho e atualmente não há estádios no vermelho - relata trecho da nota.
O documento foi redigido após o governo brasileiro tirar satisfações com a Fifa sobre as declarações de seu mandatário, durante a inauguração da Casa Brasil, à noite. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, mostrou a Blatter seu descontentamento sobre o assunto.
Antes de encontrar com o presidente da Fifa, dentro da Casa Brasil, Rebelo se mostrou surpreso com as declarações do dirigente. E ressaltou que, diante de Dilma, o mandatário do futebol teceu elogios sobre os preparativos do país.
- Ele não citou nenhuma cidade. As cores não foram citadas na conversa em nenhum idioma. Porque os idiomas da conversa variaram do francês, para o espanhol e para o português - enfatizou o ministro.
Rebelo até cogitou a possibilidade de alguma cidade estar com obras atrasadas. Mas, segundo ele, é de, no máximo, 3% em relação ao cronograma, fato que considera normal em uma preparação deste tipo.
- Pelo nosso calendário, acompanhando o andamento das obras, todas estão em dia. Se amanhã uma ou outra vier a atrasar, não exerço ainda esse dom da profecia ou de adivinhação - disse Rebelo.
O encontro entre Blatter e Dilma foi parte do acordo celebrado em março, de reuniões frequentes entre os dois mandatários. O dirigente estava no país para desfazer a má impressão após as declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, que disse que o Brasil precisava de "um chute no traseiro", por causa do atraso nas obras.
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O encontro entre Blatter e Dilma foi parte do acordo celebrado em março, de reuniões frequentes entre os dois mandatários
O encontro entre Blatter e Dilma foi parte do acordo celebrado em março, de reuniões frequentes entre os dois mandatários- O trabalho está em andamento nos estádios, nas estradas e nos aeroportos. Há ainda muito a fazer, mas estamos no bom caminho e atualmente não há estádios no vermelho - relata trecho da nota.
O documento foi redigido após o governo brasileiro tirar satisfações com a Fifa sobre as declarações de seu mandatário, durante a inauguração da Casa Brasil, à noite. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, mostrou a Blatter seu descontentamento sobre o assunto.
Antes de encontrar com o presidente da Fifa, dentro da Casa Brasil, Rebelo se mostrou surpreso com as declarações do dirigente. E ressaltou que, diante de Dilma, o mandatário do futebol teceu elogios sobre os preparativos do país.
- Ele não citou nenhuma cidade. As cores não foram citadas na conversa em nenhum idioma. Porque os idiomas da conversa variaram do francês, para o espanhol e para o português - enfatizou o ministro.
Rebelo até cogitou a possibilidade de alguma cidade estar com obras atrasadas. Mas, segundo ele, é de, no máximo, 3% em relação ao cronograma, fato que considera normal em uma preparação deste tipo.
- Pelo nosso calendário, acompanhando o andamento das obras, todas estão em dia. Se amanhã uma ou outra vier a atrasar, não exerço ainda esse dom da profecia ou de adivinhação - disse Rebelo.
O encontro entre Blatter e Dilma foi parte do acordo celebrado em março, de reuniões frequentes entre os dois mandatários. O dirigente estava no país para desfazer a má impressão após as declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, que disse que o Brasil precisava de "um chute no traseiro", por causa do atraso nas obras.
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