Breno bebia um litro de uísque por dia na época do incêndio, diz psiquiatra
A revelação foi feita pelo psiquiatra Aachen Henning Sass, que está trabalhando como consultor do caso, durante o julgamento do jogador.
Acusado de ter provocado o incêndio de sua própria casa em Munique, o zagueiro Breno, 22, revelado pelo São Paulo, chegava a beber um litro de uísque ou dez garrafas de cerveja por dia na época do incidente.
A revelação foi feita pelo psiquiatra Aachen Henning Sass, que está trabalhando como consultor do caso, durante o julgamento do jogador.
Segundo o depoimento de Sass, Breno disse que começou a beber dois anos atrás, quando rompeu o ligamento cruzado do joelho direito e foi devolvido pelo Nuremberg ao Bayern de Munique, clube que havia lhe emprestado.
A perícia já havia constatado que o jogador se encontrava sob efeito de álcool quando aconteceu o incêndio, no dia 20 de setembro do ano passado. Sua mulher, Renata, que não estava em casa no momento, falou que ele estava com "Satanás no corpo".
O defensor chegou a ficar 13 dias detido após o incêndio. E tem passado por um acompanhamento psicológico desde então.
Caso seja considerado culpado pelo incidente, Breno pode pegar até 15 anos de prisão.
O contrato do zagueiro com o Bayern terminou no mês passado e ele está livre para acertar com outra equipe.
O São Paulo, clube formador de Breno, chegou a demonstrar interesse em contratá-lo, mas desistiu devido à complicada situação jurídica do jogador, que estava proibido de deixar a Alemanha antes do julgamento.
A revelação foi feita pelo psiquiatra Aachen Henning Sass, que está trabalhando como consultor do caso, durante o julgamento do jogador.
Segundo o depoimento de Sass, Breno disse que começou a beber dois anos atrás, quando rompeu o ligamento cruzado do joelho direito e foi devolvido pelo Nuremberg ao Bayern de Munique, clube que havia lhe emprestado.
A perícia já havia constatado que o jogador se encontrava sob efeito de álcool quando aconteceu o incêndio, no dia 20 de setembro do ano passado. Sua mulher, Renata, que não estava em casa no momento, falou que ele estava com "Satanás no corpo".
O defensor chegou a ficar 13 dias detido após o incêndio. E tem passado por um acompanhamento psicológico desde então.
Caso seja considerado culpado pelo incidente, Breno pode pegar até 15 anos de prisão.
O contrato do zagueiro com o Bayern terminou no mês passado e ele está livre para acertar com outra equipe.
O São Paulo, clube formador de Breno, chegou a demonstrar interesse em contratá-lo, mas desistiu devido à complicada situação jurídica do jogador, que estava proibido de deixar a Alemanha antes do julgamento.
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