Lula projeta "sombra" sobre candidatura de Dilma, diz Aécio
Ele acusou governo de fazer campanha em aniversário do Bolsa Família.
Possível candidato pelo PSDB à Presidência da República, o senador Aécio Neves (MG) afirmou nesta quinta-feira (31) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva projeta uma “sombra” sobre a candidatura da presidente Dilma Rousseff ao participar de eventos do governo e fazer declarações sobre a eleição de 2014.
Para Aécio Neves, o PT está “aflito” com a capacidade de Dilma se reeleger no pleito do ano que vem.
“Acho que mesmo sem querer [Lula] vai criando uma sombra sobre ela. O que vejo é o PT muito ansioso e aflito, duvidando das condições da presidente da República, que eu acho que não são boas. Mais de 60% dos eleitores dizem não querer votar numa candidatura do PT e isso gera inseguranças internas”, afirmou.
“Se alguém tem hoje conflito interno é o PT”, completou o tucano antes de participar de encontro, em Brasília, com pré-candidatos às eleições de 2014 e lideranças do PSDB no DF.
Aécio opinou que as últimas declarações de Lula e ataques feitos por ele ao governo de Fernando Henrique Cardoso mostram que o ex-presidente não está “confiante”.
“Essas últimas aparições e falas do presidente não é de quem está sereno e confiante. Não há como brigar contra a realidade. A estabilidade econômica conquistada no governo FHC foi fundamental para que o Brasil avançasse”.
Na última pesquisa do Ibope sobre as intenções de voto para a eleição do ano que vem, Aécio Neves aparece em segundo lugar, com 14%, em cenário em que os concorrentes são a presidente Dilma Rousseff (41%) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (10%). Em cenário com Marina Silva na disputa, Aécio aparece em terceiro lugar, com 13% das intenções. Marina tem 21% e Dilma, 39%.
Aécio também acusou a presidente Dilma Rousseff de promover uma agenda de campanha e não de governo pouco menos de um ano antes das eleições. Para ele, o evento em comemoração aos 10 anos do programa Bolsa Família, realizado nesta quarta (31) com a participação de Lula, foi um palanque de campanha.
“A presidente não tem agenda de presidente, tem agenda de candidata. Os brasileiros pagaram com dinheiro público um ato de campanha eleitoral, que foi a comemoração pelos 10 anos do Bolsa Família”, completou.
"Projeto alternativo ao PT"
Durante o evento em Brasília, pré-candidatos do PSDB às eleições de 2014 fizeram breves discursos e exaltaram Aécio Neves como o nome do partido para disputar a Presidência da República.
Com elogios ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves exaltou os feitos do PSDB nos oito anos em que ocupou a Presidência da República.
“Ao PSDB não é uma opção, não é uma possibilidade, apresentar um projeto alternativo ao PT, é nossa obrigação e responsabilidade. Como partido da estabilidade da moeda, partido da Lei da Responsabilidade Fiscal, partido da privatização de setores que precisavam ser privatizados”, disse.
Ao falar para a plateia, Aécio destacou que o PSDB tem que ter “cara limpa” e representar para a população a imagem de um governo “ético” e que valoriza a “meritocracia”.
“Temos que ter uma cara limpa, que olhe para o futuro, que olhe para a cara das pessoas dizendo que quando você vota no PSDB você vota na meritocracia, no governo ético e responsável”, disse.
O tucano disse que precisa iniciar um “novo ciclo” no Brasil, em que “ética e eficiência caminhem juntas como irmãs siamesas”. Ressaltou também que o PSDB não vai ser “paternalista” com o povo brasileiro.
“Nós não acreditamos no paternalismo do Estado como instrumento de desenvolvimento econômico. Achamos que o Estado tem que oferecer esforço complementar: educação, saúde e segurança adequadas para que cada cidadão possa buscar construir o seu destino”, exemplificou.
Para Aécio Neves, o PT está “aflito” com a capacidade de Dilma se reeleger no pleito do ano que vem.
“Acho que mesmo sem querer [Lula] vai criando uma sombra sobre ela. O que vejo é o PT muito ansioso e aflito, duvidando das condições da presidente da República, que eu acho que não são boas. Mais de 60% dos eleitores dizem não querer votar numa candidatura do PT e isso gera inseguranças internas”, afirmou.
“Se alguém tem hoje conflito interno é o PT”, completou o tucano antes de participar de encontro, em Brasília, com pré-candidatos às eleições de 2014 e lideranças do PSDB no DF.
Aécio opinou que as últimas declarações de Lula e ataques feitos por ele ao governo de Fernando Henrique Cardoso mostram que o ex-presidente não está “confiante”.
“Essas últimas aparições e falas do presidente não é de quem está sereno e confiante. Não há como brigar contra a realidade. A estabilidade econômica conquistada no governo FHC foi fundamental para que o Brasil avançasse”.
Na última pesquisa do Ibope sobre as intenções de voto para a eleição do ano que vem, Aécio Neves aparece em segundo lugar, com 14%, em cenário em que os concorrentes são a presidente Dilma Rousseff (41%) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (10%). Em cenário com Marina Silva na disputa, Aécio aparece em terceiro lugar, com 13% das intenções. Marina tem 21% e Dilma, 39%.
Aécio também acusou a presidente Dilma Rousseff de promover uma agenda de campanha e não de governo pouco menos de um ano antes das eleições. Para ele, o evento em comemoração aos 10 anos do programa Bolsa Família, realizado nesta quarta (31) com a participação de Lula, foi um palanque de campanha.
“A presidente não tem agenda de presidente, tem agenda de candidata. Os brasileiros pagaram com dinheiro público um ato de campanha eleitoral, que foi a comemoração pelos 10 anos do Bolsa Família”, completou.
"Projeto alternativo ao PT"
Durante o evento em Brasília, pré-candidatos do PSDB às eleições de 2014 fizeram breves discursos e exaltaram Aécio Neves como o nome do partido para disputar a Presidência da República.
Com elogios ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves exaltou os feitos do PSDB nos oito anos em que ocupou a Presidência da República.
“Ao PSDB não é uma opção, não é uma possibilidade, apresentar um projeto alternativo ao PT, é nossa obrigação e responsabilidade. Como partido da estabilidade da moeda, partido da Lei da Responsabilidade Fiscal, partido da privatização de setores que precisavam ser privatizados”, disse.
Ao falar para a plateia, Aécio destacou que o PSDB tem que ter “cara limpa” e representar para a população a imagem de um governo “ético” e que valoriza a “meritocracia”.
“Temos que ter uma cara limpa, que olhe para o futuro, que olhe para a cara das pessoas dizendo que quando você vota no PSDB você vota na meritocracia, no governo ético e responsável”, disse.
O tucano disse que precisa iniciar um “novo ciclo” no Brasil, em que “ética e eficiência caminhem juntas como irmãs siamesas”. Ressaltou também que o PSDB não vai ser “paternalista” com o povo brasileiro.
“Nós não acreditamos no paternalismo do Estado como instrumento de desenvolvimento econômico. Achamos que o Estado tem que oferecer esforço complementar: educação, saúde e segurança adequadas para que cada cidadão possa buscar construir o seu destino”, exemplificou.
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