Integração de cães contribui em operações contra tráfico de drogas no Piauí

O Núcleo de Operações com Cães (NOC) ajuda na política de integração das forças policiais. O NOC é mantido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), através da Superintendência de Operações Integrad

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) informou que os cães policiais vêm crescendo em número e importância nas operações organizadas pela SSP-PI. O Núcleo de Operações com Cães (NOC) ajuda na política de integração das forças policiais e combate ao tráfico de drogas.

Conforme a SSP-PI, em junho, durante uma abordagem da PRF, o K9 Titan farejou droga no fundo falso de um caminhão baú e auxiliou na localização de 637 kg de cocaína e maconha em Picos. Três dias depois, também foram encontrados 200 kg de cocaína, que estavam escondidos na cabine de uma carreta.

Foto: Divulgação/ Governo do Piauí
CPCães

De acordo com o superintendente da SOI, delegado Mateus Zanatta, o NOC é base para os cães da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Força Estadual Integrada de Segurança (Feisp), além do 11º Batalhão da PM-PA e da Guarda Civil de Timon.

O delegado acrescentou ainda que, em 2023, a Polícia Civil do Piauí contava apenas com um cão policial, mas o NOC vai passar a contar com dez novas viaturas adaptadas para transportar os cães policiais. “Nosso canil integrado já é considerado um dos melhores do Nordeste. Tem várias baias, todas novas e foi totalmente reformado. E agora nós recebemos 10 viaturas dedicadas só para o canil que nós vamos distribuir entre as forças”, destacou.

As cidades de Picos, Parnaíba e Piripiri já possuem cães policiais e operadores habilitados. Segundo a SSP, em 2026 serão adquiridos 15 novos cães policiais e será realizada a implantação de uma estrutura física ampliada para a integração, no Parque de Exposições Dirceu Arcoverde.

A Polícia Militar do Piauí possui uma companhia especializada em policiamento com cães, a CPCães, com localização no Vale Quem Tem, em Teresina, e conta com sete cães e 30 policiais.

O chefe da Diretoria Geral de Operações da PMPI, Jacks Galvão, relatou que no ano passado, em um período de oito meses, a CPCães participou de 25 operações e 12 demonstrações. “É uma modalidade de policiamento em que apostamos muito e os resultados credenciam. Hoje não realizamos praticamente nenhum cumprimento de mandado de busca sem a presença desses cães”, disse.

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