A SSP acrescenta ainda que, as equipes cumpriram 10 ordens judiciais, incluindo mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão domiciliar.
De acordo com as investigações, o suspeito utilizava suas redes sociais para divulgar rifas ilegais e plataformas clandestinas, induzindo seguidores ao erro e exibindo bens de luxo.
Conforme o governo, o novo prédio conta com um investimento superior a R$ 4,1 milhões, projetado para atender às demandas mais complexas da investigação científica.
De acordo com a SSP, a operação resultou no cumprimento de 15 mandados de prisão, 18 mandados de busca e apreensão e no bloqueio judicial de R$ 5 milhões em contas vinculadas aos investigados.
Conforme o delegado Samuel Silveira, o homem possuía mandado de prisão em aberto pelos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa e que está foragido de três estados.
Conforme a PM, a formação teve duração de três meses e teve objetivo de aprimorar o preparo técnico e operacional dos policiais piauienses da cavalaria.
A polícia informou que o suspeito tentou fugir durante a ação e descartou uma arma de fogo, mas foi capturado com apoio do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI).
Esta segunda fase da operação apura um amplo esquema de lavagem de dinheiro e fraudes no setor de combustíveis, com indícios de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
O secretário explicou que esse esquema operava no Piauí, Tocantins e Maranhão a partir da venda de combustíveis adulterados, que gerava concorrência desleal e prejuízos aos consumidores.
Conforme a SSP, o grupo utilizava uma complexa estrutura de empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar capitais ilícitos, fraudar o mercado de combustíveis e ocultar patrimônio.