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Ministério da Economia prevê aumento no PIB de 1,5% para 2% em 2022

De acordo com o boletim divulgado pelo governo, o crescimento se deve, ao aumento na indústria geral nos meses de maio e abril de 0,2%, e na indústria de transformação de 0,4%

Nesta quinta-feira (14), o Governo Federal através do Boletim Macrofiscal, aumentou a previsão do Produto Interno Bruto (PIB), para 2% em 2022, conforme o boletim divulgado pelo Ministério da Economia.

De acordo com o boletim, o crescimento se deve, segundo pesquisas realizadas mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), que apontaram um aumento na indústria geral nos meses de maio e abril de 0,2%, e na indústria de transformação de 0,4%. O boletim aponta também, que a variação de população ocupada em maio é de 10,6%.

“Outra ênfase que fundamenta a mudança da projeção do PIB neste ano se dá pelas alterações no mercado de trabalho, cuja variação da população ocupada (PO) no trimestre móvel findo em maio de 2022 é de 10,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa variação interanual significa um incremento da população ocupada de 9,4 milhões de trabalhadores”, diz o boletim.

Ainda segundo o documento, as expectativas de crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) de países emergentes devido a redução da perspectiva global, reduziram de 5% para 3,8% no fim de junho. “Essas revisões, em grande medida, são respostas à deterioração do cenário geopolítico – guerra no Leste Europeu – e da piora das condições financeiras, explicada pela elevação da curva de juros. A taxa de juros mensal para cinco anos nos Estados Unidos atingiu o maior patamar desde 2008. Resultado semelhante ocorre para a Alemanha, França e outros países europeus cujo nível da taxa de juros está́ no maior patamar desde a crise de 2012”, diz o boletim.

Conforme o Governo Federal, neste ano o governo também diminuiu a previsão da inflação que de 7,9%, foi para 7,2%. A projeção dada da inflação, inclui os impactos das medidas legislativas nos preços de combustíveis, energia elétrica e comunicação.

Com informações da Agência Brasil

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