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Movimentações pelo PIX batem recorde e somam R$ 17,2 trilhões em 2023

As transações foram mais que o triplo do volume de 2021, segundo o Banco Central.

O Banco Central (BC), divulgou que as transferências de recursos e os pagamentos feitos por meio do PIX, modo de transferência monetária instantâneo e de pagamento eletrônico instantâneo em real brasileiro, somaram R$ 17,18 trilhões em 2023 e bateram recorde.

De acordo com o BC, o crescimento das transações feitas via PIX foi de 57,8% em comparação a 2022, quando as movimentações totalizaram R$ 10,89 trilhões. Já em relação a 2021, foram mais do que o triplo do volume de 2021, quando somaram R$ 5,21 trilhões.

Queda na circulação do dinheiro físico no Brasil

Ao contrário do PIX, os números oficiais do Banco Central mostram que a quantidade de dinheiro em circulação teve queda em 2023. Ao final de 2020, R$ 371,4 bilhões estavam em circulação, volume que já recuou fortemente em 2021, para R$ 339 bilhões.

Novas funções para o PIX

O Banco Central prevê novas funcionalidades para o PIX em 2024. Entre elas, está o Pix automático, modalidade que vai permitir que o cliente agende pagamentos.

A função pode ser usada para pagar desde as contas básicas, como água e luz, como também podem ser feito pagamentos de parcelamentos e empréstimos. A previsão para o início do Pix automático é dia 28 de outubro.

Outra modalidade do Pix, chamada de Pix agendado recorrente, também será obrigatória a partir de outubro de 2024. O Pix agendado poderá ser usado, por exemplo, para mesada, doação, aluguel entre pessoas físicas e prestação de serviço por pessoas físicas.

Com informações da Associação Brasileira de Internet.

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