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Brasil gera 313,9 mil empregos formais em setembro, diz Caged

Conforme o Ministério do Trabalho e Previdência, o saldo deste ano é positivo com acumulo de 2.512.937 novos assalariados presentes no mercado formal.
  • LETÍCIA DUTRA
26/10/2021 17h01 - atualizado

Nesta terça-feira (26), Ministério do Trabalho e Previdência anunciou que o Brasil gerou 313.902 postos de trabalho em setembro deste ano, número referente a 1.780.161 admissões e de 1.466.259 desligamentos de empregos com carteira assinada. Os dados foram divulgados de acordo com Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Conforme o Ministério do Trabalho e Previdência, o saldo deste ano é positivo com acumulo de 2.512.937 novos assalariados presentes no mercado formal. No mês de setembro deste ano os empregos formais chegaram a atingir um acumulo de 41.875.905 relacionados ao total de vínculos celetistas ativos. Este número é o registro de uma variação de 0,76% em relação ao mês anterior.

Para Onyx Lorenzoni, ministro do Trabalho e Previdência, a tendência de manter mais de 300 mil novos empregos por mês, é mantida no Brasil desde os últimos três meses. Segundo o ministro a econômica no país está se recuperando e a campanha de vacinação contra a covid-19 é o fator principal que facilitou o retorno das atividades econômicas. Ele ainda ressaltou que é necessário implantar melhorias nos programas de qualificação e recolocação profissional.

“O governo vibra muito com esse número, mas não esquece de olhar para aqueles que estão hoje na informalidade, quer por falta de oportunidade, quer por falta de qualificação. E nós precisamos ter esse olhar duplo, de um lado aquele que tem hoje o seu emprego formal mantido, garantido e ampliado no Brasil e por outro lado aquela parcela de quase 40 milhões de brasileiros e brasileiras que precisa que o Estado olhe para eles e crie uma rampa de ascensão para a formalização”, explica o ministro.

O texto da Medida Provisória (MP) 1.045/2021, elaborado com colaboração da Câmara, referente a flexibilização das regras trabalhistas para os jovens, foi rejeitada pelo Senado em setembro deste ano. Esta minirreforma trabalhista alterava o programa de redução de jornada e salários para que ocorra a manutenção das oportunidades de empregos durante o momento pandêmico, a medida se expandiu para contempla também os programas de incentivo ao emprego e à contratação de jovens.

Com informações da Agência Brasil.

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