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MP dique que Wesley Safadão pediu acordo em investigação sobre vacina

Segundo o MP, o cantor recusou a oferta proposta pelo órgão no valor de 720 salários mínimos, aproximadamente R$ 738 mil, para Wesley e sua esposa, a assistente receberia cerca de 25 salários mínimos.
  • LETÍCIA DUTRA
31/10/2021 08h23 - atualizado

O Ministério Público do Ceará (MP-CE) se pronunciou sobre a alegação de Wesley Safadão que afirmou receber proposta de quase R$ 1 milhão do órgão para não dar andamento a investigação do cantor, sua esposa Thyane Dantas e a assessora do cantor Sabrina Tavares, referente à vacinação ilegal contra Covid-19.

Segundo o MP, Wesley Safadão recusou a oferta proposta pelo órgão no valor de 720 salários mínimos, aproximadamente R$ 738 mil, para o cantor e Thyane Dantas, a assistente também receberia cerca de 25 salários, equivalente a R$ 27,5 mil.

  • Foto: Divulgação/InstagramWesley Safadão .MP afirma que Wesley Safadão fez proposta de R$ 55mil em investigação sobre vacinação.

O Ministério Público esclareceu em nota que o cantor recusou a oferta proposta pelo órgão e apresentou uma contraproposta oferecendo um pagamento no valor de 50 salários mínimos, aproximadamente R$ 55 mil, recusada pelo órgão.

“A oferta não foi aceita pelos três e, em contraproposta, os investigados ofereceram o pagamento da quantia de 50 salários mínimos (cerca de R$ 55 mil), o que também não foi aceito pelo MPCE”, explica trecho da nota.

Ainda segundo o MP, a proposta foi calculada segundo “parâmetros legais e a estimativa da capacidade econômico-financeira” dos acusados. O cantor, sua esposa e sua assessora devem confessar por cometer a irregularidade, de acordo com a lei, para então firmar acordo com o Ministério Público do Ceará.

O Ministério Público do Ceará se mostrou aberto a negociações, mas informou que até a manhã dessa sexta-feira (29), a defesa que representa os três investigados não apresentou uma nova oferta.

A Polícia Civil indiciou o cantor Wesley Safadão, junto a sua esposa Thyane e sua assessora Sabrina por peculato e infração de medida sanitária no dia 29 de setembro, pois se vacinaram de maneira irregular contra a Covid-19.

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