Polícia Federal deflagra a operação "Rio Verde" na Agespisa em Teresina
No comando desta operação está o delegado Carlos Alberto, da delegacia de combate ao crime organizado do departamento de Policia Federal no Piauí.
A Polícia Federal deflagrou no dia de ontem (30) a operação “Rio Verde”, na Agespisa, que contou com a participação de 80 policiais do Piauí, Maranhão, Ceará, Paraná e São Paulo. De acordo com a delegada Lea Muniz, a investigação envolve dois inquéritos, um sobre a poluição do rio e o outro da distribuição de água que não obedece aos padrões de tratamento. Esta é a versão oficial.
No entanto, a operação teve como “foco principal” inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal, que tem como ministro relator Luis Fux, que deferiu diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal na Petição 5.020 que investiga o senador Ciro Nogueira (PP-PI) pelos crimes formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.
Em despacho datado de 15 de maio deste ano, Fux narra, com riqueza de detalhes, as providências solicitadas pelo Ministério Público Federal e no item 8 discorre: “(...) O irmão de Ciro Nogueira, Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima é o Presidente da AGESPISA – antes presidida por Júlio Arcoverde – e, apesar disso, sua empresa, a Construtora Torre Ltda (CNPJ nº 01.532.801/0001-60) mantém contrato com a empresa pública. Ademais, que a AGESPISA está executando obra de R$ 92.000.000,00 (noventa e dois milhões de reais) sem que tenha havido licitação”. O ministro Fux determinou o desmembramento do inquérito policial neste item.
Os agentes da polícia federal na gerência de controle de arrecadação, superintendência financeira, controladoria e contabilidade da empresa Agespisa. No comando desta operação está o delegado Carlos Alberto, da delegacia de combate ao crime organizado do departamento de Policia Federal no Piauí.
Imagem: Reprodução
Senador Ciro Nogueira
Senador Ciro NogueiraNo entanto, a operação teve como “foco principal” inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal, que tem como ministro relator Luis Fux, que deferiu diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal na Petição 5.020 que investiga o senador Ciro Nogueira (PP-PI) pelos crimes formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.
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Júlio Arcoverde, ex-presidente da Agespisa indicado por Ciro Nogueira.
Júlio Arcoverde, ex-presidente da Agespisa indicado por Ciro Nogueira.Em despacho datado de 15 de maio deste ano, Fux narra, com riqueza de detalhes, as providências solicitadas pelo Ministério Público Federal e no item 8 discorre: “(...) O irmão de Ciro Nogueira, Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima é o Presidente da AGESPISA – antes presidida por Júlio Arcoverde – e, apesar disso, sua empresa, a Construtora Torre Ltda (CNPJ nº 01.532.801/0001-60) mantém contrato com a empresa pública. Ademais, que a AGESPISA está executando obra de R$ 92.000.000,00 (noventa e dois milhões de reais) sem que tenha havido licitação”. O ministro Fux determinou o desmembramento do inquérito policial neste item.
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Raimundo Neto, ex-presidente da Agespisa indicado pelo irmão Ciro Nogueira
Raimundo Neto, ex-presidente da Agespisa indicado pelo irmão Ciro NogueiraOs agentes da polícia federal na gerência de controle de arrecadação, superintendência financeira, controladoria e contabilidade da empresa Agespisa. No comando desta operação está o delegado Carlos Alberto, da delegacia de combate ao crime organizado do departamento de Policia Federal no Piauí.
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Agentes da Policial federal na área financeira da Agespisa
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