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Passageiros esperam até mais de três horas por ônibus em Teresina

O Tribunal Regional do Trabalho em decisão liminar expedida na noite de ontem (21), determinou que 80% da frota de ônibus de Teresina circule.

  • Luis Marcos/ Viagora Segundo dia da greve dos ônibus 1 / 10 Segundo dia da greve dos ônibus
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  • Luis Marcos/ Viagora Raimunda Santos, Usuária do transporte Publico 3 / 10 Raimunda Santos, Usuária do transporte Publico
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  • Luis Marcos/ Viagora Remédio Borges, aposentada 6 / 10 Remédio Borges, aposentada
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  • Luis Marcos/ Viagora Francisca Martins, Usuária do transporte publico 8 / 10 Francisca Martins, Usuária do transporte publico
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Nessa segunda (21), os motoristas e cobradores de ônibus de Teresina deram início a uma nova greve por tempo indeterminado, onde eles reivindicam a assinatura da convenção coletiva, acordo que assegura os direitos trabalhistas como o auxílio-alimentação e plano de saúde, bem como a regularização salarial.

O Viagora percorreu algumas paradas de ônibus da capital e conversou com usuários do sistema de transporte público que reclamam da falta de ônibus e das longas esperas para conseguir se deslocar para o trabalho.

Segundo a passageira Francisca Martins, o deslocamento na cidade está muito difícil e para quem depende dos ônibus a espera é longa.

“O deslocamento para mim está horrível. Eu moro na Zona Sul, no Bairro Irmã Dulce, e tenho que pegar outro ônibus para Timon, para ir ao trabalho. Um deslocamento que levava cerca de 40 min a 1 h, hoje eu levo muito mais tempo que isso. Hoje eu levantei 5 da manhã e já são quase nove horas e eu ainda estou aqui esperando, não tem ônibus de jeito nenhum. Tá péssimo e o governante, o prefeito, não toma uma atitude para ajudar a gente de jeito nenhum, os trabalhadores e os estudantes estão todos prejudicados” explica.

Outro problema que a população está enfrentando é o valor da passagem, que os ônibus e vans estão cobrando o valor de R$ 5,00 aos passageiros, como relata a aposentada Remédio Borges.

“Essa falta de ônibus tá péssima, por que não é pra ser assim não, todo mundo se pergunta o que tá acontecendo em Teresina, que não era assim. O que o prefeito tá fazendo, que não tá resolvendo isso, porque tá vendo todo mundo aí nessa situação. A gente tem que pagar cinco reais. Agora mesmo eu cheguei lá do Mocambinho e vi aquele monte de gente que vinha trabalhar pagando cinco reais. Eles têm que pagar, porque precisam trabalhar né.” afirmou a passageira.

O Tribunal Regional do Trabalho em decisão liminar expedida na noite de ontem (21), determinou que 80% da frota de ônibus de Teresina circule durante a greve dos motoristas e cobradores de ônibus.

Por Anna Paula Couto

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