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Semplan faz etapa final do Plano da Primeira Infância em Teresina

De acordo com a secretária da Semplan, o intuito das visitas é ter uma percepção do ponto de vista das crianças que são o público alvo do projeto.

Nessa quinta-feira (22), a Prefeitura Municipal de Teresina através da Secretaria Executiva de Planejamento e Gestão (Seplag), órgão vinculado a Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (Semplan), em ação conjunta com a Secretaria Municipal de Educação (Semec), promoveu visitas estratégicas em espaços que integram a rota de espaços que atendem a primeira infância da capital.

De acordo com a secretária executiva de planejamento e gestão, Kárita Allen, as visitas fazem parte da etapa “Escuta das Crianças”, que é a última elaboração do Plano Municipal da Primeira Infância. “Em outubro, nós vamos entregar um plano atualizado, com perspectivas de desenvolvimento para os anos seguintes. Estamos apenas plantando a semente para que possamos estar com uma atuação voltada para esse público independente da gestão que está em vigência. Demos esse passo junto ao prefeito Dr Pessoa, que tem esse olhar social e está sendo uma execução muito bacana”, disse a profissional.

Ainda conforme a secretária, o Plano de Ação está sendo concluído e contribuirá com as prioridades das crianças envolvidas. ”o intuito das visitas é ter uma percepção do ponto de vista das crianças que são o público alvo do Plano Municipal da Primeira Infância. Procuramos entender a visão delas sobre as questões urbanísticas e de organização da cidade”, pontuou Kárita Allen.

Segundo a Prefeitura de Teresina, as secretarias assinaram um acordo de cooperação para desenvolvimento do projeto ‘Alertas Primeira Infância’, onde as pastas se comprometem com a implantação da ‘Plataforma Alertas Primeira Infância’ e do projeto ‘Alerta Primeira Infância’ na capital.

Projeto

A Seplag pontua que o projeto Alertas Primeira Infância tem como objetivo monitorar as políticas de atenção à primeira infância, com o intuito de diminuir o número de crianças fora das escolas e monitorar as que não estão na lista de espera, além dos menores que estão em situação de risco.

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