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"Estamos alinhados", declara Francisco Limma sobre Teresa Britto

Em relação a situação da deputada Teresa Britto (PV), que permanece na federação, mas se posiciona como independente, o deputado afirma que esse assunto já é um caso superado.

O deputado estadual Francisco Limma (PT), declarou que já articula nomes da chapa da federação, formada por PCdoB e PV, em que o cenário já está quase com 99% definido.

Segundo o parlamentar, a situação da federação está sendo avaliada aos poucos com o time que as vezes retira nomes dos quadros ou ainda integra no processo político.

Foto: Luis Marcos/ ViagoraDeputado Francisco Limma
Deputado Francisco Limma

“Já tem um nome, tem dois ou três casos, mas em todo processo eleitoral um time grande se coloca à disposição e aos poucos vão avaliando a situação e alguns vão retirando o próprio nome e outros mudam até de partido, isso é parte da dinâmica da política, mas nós já temos os nomes definidos, é um caso ou outro que ainda precisa fazer aí uma definição, mas eu diria que 99% já está definido”, explica.

Questionado sobre o a situação da deputada estadual Teresa Britto (PV), que permanece na federação, mas se posiciona como independente na Casa Legislativa, o deputado afirma que esse assunto já é um caso superado. “Eu entendo que a deputada compreendeu a importância do momento, a importância da estratégia, e eu acho já isso um caso superado. Estamos alinhados mesmo mantendo algumas posições que são peculiares do Partido Verde, mas eu acho que isso é um processo que aos poucos as coisas vão se afinando”, explica o parlamentar.

Quando perguntado sobre a mudança de discurso de Washington Bonfim (PSB) em relação ao pré-candidato ao Governo do Estado do Piauí Rafael Fonteles (PT), o parlamentar explica que o professor Bonfim está lutando por uma motivação maior, referindo-se ao bolsonarismo.

“Ele é um amigo pessoal, é um grande intelectual que eu tenho muito respeito e admiração, ajudei nesse diálogo também, e sempre soube que ele tem uma causa maior que é derrotar o bolsonarismo, que é enfrentar o time do atraso aqui no estado, então ele compreende que na política nada é 100%, você vai fazendo por aproximação. Então a escolha dele de ingressar em um dos partidos daqui do time é parte desta análise de que precisamos enfrentar aquilo que representa o atraso, representa o ódio, representa a ameaça às instituições”, encerra o deputado.

Por: Matheus Santos e Letícia Dutra.

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