Presos na Operação Esopo são libertados em Minas Gerais
Cinco funcionários da IMDC foram soltos; Deivson Vidal continua preso. Instituto é investigado em operação contra desvios de R$ 400 milhões.
Cinco funcionários da Oscip Instituto Mundial de Desenvolvimento e Cidadania (IMDC), presos na Operação Esopo, foram soltos na quinta-feira (12). A informação foi confirmada nesta sexta-feira (13) pelo advogado Sérgio Leonardo. Eles estavam presos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem , na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O presidente do IMDC, Deivson Oliveira Vidal, continua preso e está nesta sexta-feira na Polícia Federal, na capital mineira. Ele disse que não vai dar declarações.
A Operação Esopo realizada pela Polícia Federal prendeu mais de 20 pessoas no país nesta segunda-feira (9), sendo 15 em Minas Gerais. Segundo a PF, a operação combate fraudes em licitações e desvio de recursos públicos. Em cinco anos, o prejuízo aos cofres públicos ultrapassa R$ 400 milhões, de acordo com as investigações.
O advogado afirmou que todas as contratações feitas pelo instituto são legais. “Todas as contratações do IMDC pelos diversos órgãos são absolutamente regulares, feitas em conformidade com a lei. Todos os projetos para os quais o IMDC foi contratado foram realizados. A Polícia Federal comete um equívoco absurdo ao cogitar em desvios de valores astronômicos. Ela ignora todos os serviços que foram prestados. Nós temos uma vasta documentação para provar os serviços que foram prestados”, afirmou.
Leonardo confirmou que representa o presidente do IMDC, Deivson Vidal, o vice-presidente, Tácito Avelar e Silva, e os outros funcionários envolvidos, Daniel Amaral, Cristiano Lacerda, Rafael Augusto e Willian Luzia de Oliveira Júnior.
A Secretaria de Estado de Defesa Social confirmou que Daniel Amaral, Cristiano Lacerda, Rafael Augusto e Willian Luzia de Oliveira Júnior foram liberados nesta quinta-feira. Ainda segundo a assessoria, o nome de Tácito Avelar e Silva não consta entre os detido no Complexo Penitenciário Nelson Hungria.
A Operação Esopo realizada pela Polícia Federal prendeu mais de 20 pessoas no país nesta segunda-feira (9), sendo 15 em Minas Gerais. Segundo a PF, a operação combate fraudes em licitações e desvio de recursos públicos. Em cinco anos, o prejuízo aos cofres públicos ultrapassa R$ 400 milhões, de acordo com as investigações.
O advogado afirmou que todas as contratações feitas pelo instituto são legais. “Todas as contratações do IMDC pelos diversos órgãos são absolutamente regulares, feitas em conformidade com a lei. Todos os projetos para os quais o IMDC foi contratado foram realizados. A Polícia Federal comete um equívoco absurdo ao cogitar em desvios de valores astronômicos. Ela ignora todos os serviços que foram prestados. Nós temos uma vasta documentação para provar os serviços que foram prestados”, afirmou.
Leonardo confirmou que representa o presidente do IMDC, Deivson Vidal, o vice-presidente, Tácito Avelar e Silva, e os outros funcionários envolvidos, Daniel Amaral, Cristiano Lacerda, Rafael Augusto e Willian Luzia de Oliveira Júnior.
A Secretaria de Estado de Defesa Social confirmou que Daniel Amaral, Cristiano Lacerda, Rafael Augusto e Willian Luzia de Oliveira Júnior foram liberados nesta quinta-feira. Ainda segundo a assessoria, o nome de Tácito Avelar e Silva não consta entre os detido no Complexo Penitenciário Nelson Hungria.
Mais conteúdo sobre:
Minas Gerais
Facebook
Veja também
-
Anvisa determina apreensão de lotes de azeites e doces
De acordo com a decisão, o azeite tem origem desconhecida e apresentou resultado insatisfatório no ensaio de determinação do índice de refração. -
Caxias no Maranhão registra tremor de terra de magnitude 2,8 nesta quarta
O epicentro foi localizado nas proximidades de São João do Soter, município vizinho a Caxias. -
Dólar volta a cair e apresenta menor nível em um mês com R$ 5,07, aponta pesquisa
O petróleo avançou pela terceira sessão consecutiva, com impulsionamento das tensões no Oriente Médio. -
Copa do Mundo de 2030 terá jogos em seis países e três continentes
Espanha, Portugal e Marrocos serão as sedes principais, enquanto Uruguai, Argentina e Paraguai receberão partidas em homenagem à história do Mundial -
Sorteio da Mega-Sena não tem nenhum ganhador e prêmio acumula em R$ 62 milhões
As apostas para o próximo concurso podem ser realizadas até às 20h, em qualquer casa lotérica do país ou pela internet, no app ou site Loterias Caixa.
E-mail
Messenger
Linkedin
Gmail
Tumblr
Imprimir